EVIDÊNCIAS DA FÉ

NO

MERCADO LIVRE DAS IDEIAS

 

ou

 

FÉ E RAZÃO

 

 

FÉ E RAZÃO

            Qual o valor da fé? (New Age)

olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, (...) Hebreus 12:2

 

antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vossos corações, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós, fazendo-o, todavia, com mansidão e temor, com boa consciência, de modo que, naquilo em que falam contra vós outros, fiquem envergonhados os que difamam o vosso procedimento em Cristo, Actos 3:15,16

Uma fé que pensa / Uma razão que crê:

Paul Little: "Tornarmo-nos cristãos não significa dizer adeus ao cérebro."

PAUL LITTLE: "Para mim o Cristianismo não era um 'salto no escuro', mas 'um passo na direcção da luz'".

PAUL LITTLE: "Vivemos num mundo cada vez mais sofisticado e culto. Já não basta sabermos o que cremos. É essencial saber porque cremos. Acreditar nalguma coisa não significa necessariamente que ela seja verdadeira. As coisas são verdadeiras, ou não, independentemente de alguém acreditar nelas. Isso verifica-se tanto em relação ao Cristianismo como em relação a qualquer outra coisa."

                O cristianismo é racional?

Irmãos e pais, ouvi agora a minha defesa perante vós. Actos 22:1

 

A eles respondi que não é costume dos romanos condenar quem quer que seja, sem que o acusado tenha presentes os seus acusados e possa defender-se da acusação. Actos 25:16

 

A minha defesa perante os que me interpelam é... 1 Coríntios 9:3

 

Porque, quanto cuidado não produziu isto mesmo em vós que segundo Deus fostes contristados! Que defesa, que indignação, que temor, que saudades, que zelo, que vindita! Em tudo destes prova de estardes inocentes neste assunto. 2 Coríntios 7:11

 

... porque vos trago no coração, seja nas minhas algemas, se já na defesa e confirmação do evangelho, pois todos sois participantes da graça comigo. Filipenses 1:7

 

... estes, por amor, sabendo que estou incumbido da defesa do evangelho. Filipenses 1:16

 

Na minha primeira defesa ninguém foi a meu favor; antes, todos me abandonaram. Que isto não lhes seja posto em conta. 2 Timóteo 4:16

 

Abraão, porém, lhe respondeu: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tão pouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos. Lucas 16:31

O valor da persuasão / Os seus limites:

PAUL LITTLE: "É importante uma apresentação clara do evangelho acompanhada por uma argumentação clara - não como um substituto racional para a fé, mas como uma base para a fé; não como um substituto para a obra do Espírito, mas como um meio pelo qual a verdade objectiva da Palavra de Deus se pode tornar mais clara, a fim de que os homens a considerem como veículo do Espírito, que convence o mundo através da sua mensagem."

JONH STOTT: "Não podemos prestar-nos à arrogância intelectual do homem, mas temos de satisfazer a sua integridade intelectual."

PAUL LITTLE: "Dúvidas e perguntas são normais em qualquer pessoa pensante."

A fé no Cristianismo baseia-se na evidência. É uma fé racional. A fé no sentido cristão vai além da razão não contra ela. Uma dúvida que persiste em face de uma informação adequada pode ser uma capa para a falta de vontade para crer. Neste caso, o problema é que a vontade do que duvida se colocou contra Deus."

“Quando João (Baptista) ouviu, no cárcere, falar das obras de Cristo, mandou por seus discípulos perguntar-lhe: És tu aquele que estava para vir, ou havemos de esperar outro? E Jesus, respondendo, disse-lhes: Ide, e anunciai a João o que estais ouvindo e vendo: Os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres está sendo pregado o evangelho. E bem-aventurado é aquele que não achar em mim motivo de tropeço.” (Mt 11:2-6)

Jesus estava fazendo tudo o que o Messias tinha que fazer, mas sabia que nenhuma evidência podia obrigar a fé. Sempre restavam hipóteses alternativas, por mais ilógicas que fossem, como no caso dos fariseus que diziam que Jesus expulsava os demónios pelo poder do diabo (Mt 12:24)."

(NEEMIAS: UM PROFISSIONAL AO SERVIÇO DO REINO; Paul Freston; ABU; 1990; pág. 87)

Nada rejeites até que tenhas analisado toda a evidência disponível.

                Fé e mistério / Razão e absurdo - Implicações de acreditar em Deus

 

ADLER: "Todo o teor da vida humana é afectada pelo facto de os homens se considerarem seres supremos no universo ou reconhecerem um ser sobre-humano, que concebem como objecto de medo ou amor, uma força a ser desafiada, ou um Senhor a ser obedecido. Entre aqueles que reconhecem uma divindade faz uma grande diferença se o divino é representado meramente pelo conceito de Deus - o objecto da especulação filosófica - ou pelo Deus vivo ao qual os homens adoram em todos os actos de piedade que integram os rituais de religião."

 "A vida sem Deus é um absurdo, não faz sentido, desemboca no nada. "Disse o néscio no seu coração: Não há Deus" (Salmo 14:1). O maior sofrimento seria a inteligência servir para concluir que não há sentido nenhum - seria um sofrimento insuportável. Se Deus não existisse nada faria ou teria sentido. "O homem ultrapassa infinitamente o homem" (Pascal). Porque não encontro outro fundamento razoável para a razão. As pessoas desesperam da vida porque não conseguem suportar o vazio da vida. Só Deus o pode encher. Encher a vida sem Deus não dá. "Com a fé vejo mistérios, sem a fé vejo absurdos" (Pascal)

 JOSÉ RÉGIO: "A minha vida é um vendaval que se soltou. / É uma onda que se alevantou. / è um atmo a mais que se animou."

 SARTRE: "O homem nasce sem razão, vive por fraqueza e morre por azar".

“Começando com o racionalismo, racionalmente chega-se somente ao pessimismo” (Francis Schaeffer)

“O racionalismo significa o homem começar por si mesmo e tentar encontrar então todas as respostas, sem nada receber de qualquer outra fonte e recusando especialmente qualquer revelação de Deus.” (Francis Schaeffer)

            A razão não é tudo

 

Pascal:"O conhecimento tem razões que a razão desconhece."

Pascal: "Tudo o que é incompreensível, nem por isso deixa de existir."

Pascal: "O último esforço da razão é reconhecer que existe uma infinidade de coisas que a ultrapassam."

Pascal: "Há dois excessos: excluir a razão ou não admitir mais nada que a razão.

Historicidade do cristianismo

 

Josh McDowell: " Em vez de supor que a Bíblia é a Palavra de Deus, nós podemos começar demonstrando que as Escrituras são basicamente documentos históricos dignos de confiança. Isto se confirma aplicando um simples teste de crítica histórica às Escrituras.

Uma vez estabelecido que a Bíblia é um registo histórico, o ponto seguinte é compreender que Jesus Cristo reivindica ser o único Filho de Deus e que Ele baseia esta afirmação na ressurreição da sua morte.

A seguir, examinamos a evidência da ressurreição contida nos documentos históricos e cremos que os argumentos combatem preponderantemente a controvérsia da ressurreição de Cristo. Se isto é verdade, então Ele é o único Filho de Deus como afirmou ser. Se Ele é de facto Deus, então Ele fala com autoridade sobre todos os assuntos.

Desde que Jesus considerou o Antigo Testamento como sendo a Palavra de Deus (Mateus 15:1 a 4;5:17,18) e prometeu a Seus discípulos, que escreveram ou tiveram parte na redacção dos livros do Novo Testamento, que o Santo Espírito traria todas as coisas à memória (João 14:26), nós podemos insistir, com uma lógica e perfeita e acurada, que a Bíblia é a palavra de Deus. Esta não é uma argumentação circular. É o estabelecimento de certos factos baseados em conclusões na lógica correcta proveniente destes factos. A causa do cristianismo pode ser estabelecida pela simples investigação histórica."

“A Bíblia raríssimas  vezes o define, como muitos livros de teologia, em termos de atributos com o verbo ser (‘Deus é...’), o que corresponde à maneira grega de pensar. A religião bíblica é essencialmente histórica (certas coisas aconteceram na história e têm implicações para a salvação da humanidade); não é uma série de proposições filosóficas temporais, nem um compêndio de mitos cuja validade indepente de sua historicidade.

A historicidade da religião bíblica está intimamente relacionada com a sua exclusividade. Hoje no Brasil, na universidade e em meios profissionais, existe uma vaga religiosa sincrética, tolerante de todas as correntes religiosas menos daqueles que reivindicam a  exclusividade. Afinal, alega-se, há muitos caminhos para Deus. (...) Orgulhando-se de tratar todas as religiões no mesmo nível, o relativismo de facto desqualifica de antemão aquelas religiões para as quais a revelação de um Deus pessoal na história é a categoria central. O relativismo é uma revolta contra a singularidade da revelação histórica. O cristianismo, nessa perspectiva, tem que ser reinterpretado como um conjunto de belas ideias, e não como a intervenção decisiva de Deus na vida da humanidade. Por isso, o grande divisor das águas entre as religiões é a atitude de cada uma delas perante a história.

De facto, tanto para o cristianismo quanto para o judaísmo, o centro da mensagem tem a ver com certos factos históricos - no caso cristão, os factos sobre a morte e a ressurreição de Cristo.

‘Antes de tudo vos entreguei o que também recebi; que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. E apareceu a Cefas, e, depois, aos doze... Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação e vã a vossa fé... e ainda permaneceis nos vossos pecados... Mas de facto Cristo ressuscitou...” (I Co 15:3-5, 14, 17, 20)

O cristianismo não é um conjunto de afirmações Sobre a  natureza de Deus, mas o relato de uma intervenção em determinado tempo e lugar. Por isso, o ocorrido é da essência da mensagem. Segundo I Coríntios 15:3,4, a essência da mensagem dos apóstolos era a notícia de um evento histórico com quatro momentos: morte, sepultamento, ressurreição e aparições de Cristo. O centro do Evangelho não são conceitos abstractos e verdades eternas que independem de qualquer acontecimento. São factos históricos - ou aconteceram, ou não. Se não, o cristianismo não é verdadeiro. Mas se aconteceram de facto, então ocorreram num determinado lugar (e não em qualquer outro), dentro de uma determinada tradição religiosa (e não de qualquer outra), na história de um determinado povo (e não de qualquer outro), e foram narrados num determinado livro sagrado (e não em qualquer outro).

‘Deus... nos deu o ministério da reconciliação, a saber, que Deus estava em Cristo, reconciliando consigo o mundo.’ (II Co 5:18,19)

Daí a singularidade do cristianismo. Deus estava em Cristo, reconciliando o mundo consigo mesmo, e ele fez essa obra de reconciliação somente lá, e não em qualquer outro lugar ou outra pessoa. Daí o exclusivismo. Daí a singularidade da Bíblia. Não que outras religiões não tenham ideais nobres e verdades morais e algumas percepções correctas a respeito de Deus. Mas a historicidade implica em limitação de tempo e espaço, em singularidade. O cristianismo que se esqueceu da sua singularidade perdeu a sua razão de ser.”

(NEEMIAS: UM PROFISSIONAL A SERVIÇO DO REINO; Paul Freston; ABU; 1990; págs76-78)

 

A INSUSTENTÁVEL POSIÇÃO

Ateia

Diz o insensato no seu coração: Não há Deus. Corrompem-se e praticam abominação;

não há quem faça o bem. Salmo 14:1

Só Deus poderia negar Deus

MORRIS: “Uma negativa universal só pode ser aprovada se a pessoa tem conhecimento universal, tal declaração requer omnisciência. Assim, negando Deus, quem quer que seja está reivindicando para si os atributos do próprio Deus.”

Josh McDowel: "A menos que o ateísta seja omnisciente, ele não pode fazer uma afirmação categórica sobre a não-existência de Deus."

PASCAL: "Se por vezes é difícil provar que Deus existe, é sempre impossível provar que não existe".

NIETZSCHE: "O ateísmo: uma coisa instintiva em mim... Se existissem deuses, como suportaria eu não ser deus?"

NIETZSCHE: "É o nosso gosto que decide contra o cristianismo, não são os nossos argumentos".

SARTRE: "Eu não tenho necessidade de Deus nem saberia o que fazer com Ele".

SARTRE: "Se Deus existe, o homem é nada; se o homem existe... Deus não existe".

"O homem é fundamentalmente desejo de Deus".

 

Implicações - O absurdo como saída:

O homem - "um milagre sem interesse" ROSTRAND - "uma paixão inútil" SARTRE.

NIETZSCHE: "Nietzsche reconhece o perigo e o drama desta 'morte' de Deus. O louco, depois deste assassínio, interroga-se desesperadamente: 'Matámo-lo, vós e eu! Todos nós somos seus assassinos. Mas como o pudemos fazer? Como pudemos esvaziar o mar? Quem nos deu a esponja para apagar o horizonte? Que fizemos  nós quando desprendemos esta terra da cadeia do seu sol? Para onde a conduzem agora os seus movimentos?... Não andaremos errantes através de um nada infinito? O vazio não nos perseguirá com o seu hálito? Não estará mais frio? Não vedes avançar incessantemente a noite, cada vez mais cerrada?"

SOMERSET MAUGHAM: "Se alguém puser de lado a existência de Deus e a possibilidade de sobrevivência como algo por demais duvidoso para que tenham qualquer efeito sobre o comportamento humano, então terá de decidir qual será o sentido e a utilidade da vida. Se a morte põe fim a tudo, e se não tenho nem a esperança do bem vindouro e nem o temor do mal, então como, nestas condições, deverei conduzir-me. Ora, a resposta para uma dessas perguntas é clara, mas tão intragável que a maioria dos homens não quer enfrentá-la. Não há razão para a vida, e a vida não tem significado algum."

BERTRAND RUSSELL: "Que o homem é o produto de causas que não previam a finalidade daquilo que estavam realizando; que a sua origem, o seu desenvolvimento, as suas esperanças e temores, os seus amores e as suas crenças, são apenas o resultado de disposições acidentais de átomos; que nenhum fogo, nenhum heroísmo, nenhuma intensidade de pensamento e sentimento podem preservar a vida de um indivíduo para além-túmulo; que todo o labor dos séculos, toda a devoção, toda a inspiração, todo o resplendor mais brilhante do génio humano estão destinados à extinção, na vasta morte do sistema solar, e que o tempo inteiro das realizações humanas inevitavelmente deverá ser sepultado em meio aos escombros de um universo em ruínas - todas essas coisas, se não estão exactamente, além de qualquer disputa, contudo, são quase certas, de tal forma que qualquer filosofia que as rejeite não pode esperar permanecer de pé. Somente dentro do arcabouço dessas verdades, somente sobre o firme alicerce do desespero que não cede é que pode ser edificada, doravante, com segurança, a habitação da alma."

FRANCIS BACON: "O homem percebe agora que ele é um acidente, que ele é um ser completamente fútil, que ele tem de fazer parte de jogo sem qualquer razão. Penso mesmo que quando Velasquez estava pintando, ou quando Rembrandt estava pintando, sem importar a atitude deles para com a vida, ainda continuavam levemente condicionados por determinados tipos de possibilidades religiosas, mas que agora, poderíamos dizer, o homem cancelou no que concerne a si mesmo. O homem agora só pode tentar iludir-se por algum tempo, prolongando a sua vida - adquirindo uma espécie de imortalidade por meio dos médicos. Como se vê, a pintura se tem tornado - juntamente com toda outra parte - em um jogo mediante o qual o homem se distrai. E poderíamos dizer que as coisas sempre foram assim, embora agora elas se tenham tornado totalmente em um jogo."

JEAN PAUL SARTE (Náusea): "O julgamento dele atravessou-me como uma espada e pôs em dúvida o meu próprio direito de existir. E isso era verdade, pois sempre o percebera: eu não tinha qualquer direito de existir. Apareci por acaso, existia à molde de uma pedra, de uma planta, de um micróbio. Minha vida se desenvolveu ao acaso, e em todas as direcções. Algumas vezes ela me enviava vagos sinais de alerta; noutras oportunidades, eu não podia sentir outra coisa senão um zumbido inconsequente.

Eu estava apenas pensando... que aqui estamos, todos nós, comendo e bebendo, a fim de preservar nossas preciosas existências, apesar de não haver absolutamente nenhuma, nenhuma razão para existirmos."

MAURICE FRIEDMAN: "O significado da actualidade só pode ser achado, se é que o pode, através da atitude do homem que se dispõe a viver com o absurdo, a permanecer aberto para o mistério que ele jamais pode precisar."

 

“Não foi a fé que desvalorizou o homem mas a incredulidade!”

“O homem moderno diz: ‘Não, nós somos apenas máquinas – química ou psicologicamente determinados.’ Mas ninguém, apesar disso, vive sua vida desta maneira.” (Francis Schaeffer)

“Se não nos basearmos em um Criador pessoal, somos deixados, consequentemente (não importa como o entendemos semanticamente), com o impessoal, somado ao tempo e ao acaso. Devemos explicar toda a dignidade do homem e devemos compreender toda a complexidade do universo na base do tempo somado ao acaso.”

Alienação cósmica

                Agnóstica

 

Josh McDowell: " O agnosticismo não tem razões para rejeitar o cristianismo; contudo tem razões para examinar o cristianismo."

            Do panteísmo

 

 

            Do sincretismo religioso

 

 

            Da religião que não assenta numa "revelação encarnada"

 

 

            Do idealismo humanista (filosófico, científico, tecnológico, religioso, etc.)

 

Divinização do homem – tentação de Eva – Ciência e New Age – evolução / reencarnação / panteísmo.

O espírito do anticristo – a confederação anticristã – a frente ecuménica anticristã – o sincretismo / a globalização contra o exclusivismo cristão.

CAMUS: "edificação, depois da morte de Deus, duma sociedade do homem finalmente divinizado".

A. GIDE: "já muito terei alcançado se tirar Deus do altar e o substituir pelo Homem".

H. DE LUBAC: "Não é verdade que o homem não possa organizar a terra sem Deus. O que é verdade é que, sem Deus, ele não pode, no fim de contas, senão organizá-la contra o homem. O puro humanismo é humanismo desumano."

 

LIMITAÇÕES HUMANAS E EXISTÊNCIA DE DEUS

            Não é possível pôr Deus no laboratório

 

PAUL LITTLE: "Devemos afirmar claramente desde o princípio que não é possível provar Deus no sentido do termo de método científico. Para que alguma coisa se possa provar pelo método científico tem de ser passível de repetição."

"Dado o espírito experimental e científico da nossa época, tendemos a afirmar unicamente aquilo que nos cai sobre os sentidos. Porém, Deus é uma Pessoa, e as pessoas não se provam; ou se aceitam ou se rejeitam. Há coisas, mesmo materiais, que temos dificuldade em compreender, como, por ex., o que se passa no interior do atmo ou a electricidade; todavia ninguém nega essas realidades. Muito mais difícil é provar racionalmente o amor de mãe. Sente-se, vive-se e não precisa de provas racionais, pois é evidente.

Deus não é assim evidente, mas não é justo pedir explicações aos crentes com evidência matemática, sobretudo por parte daqueles que não apresentam provas da sua não existência.

Se dissessem, como Florbela Espanca, "queria encontrar Deus, tanto o procuro", nessa sede teriam o argumento da Sua existência. Mas prevalece a mania chique e própria da idade, em parte, de tudo querer provar, discutindo a respeito da existência de Deus como quem discute sobre política ou futebol, predispostos à indiferença ou agnosticismo, ou então a um sincretismo onde tudo está bem, onde todas as religiões são boas."

"(...) um Deus demonstrado continua a ser Deus?"

Do jardim da presença ao deserto da solidão.

 

Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia as obras das suas mãos. Salmo 19:1

porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou.

Porque os tributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das cousas que foram criadas. Tais homens são por isso indesculpáveis. Romanos 1:19,20

 

Detectives e pistas:

Provas cósmicas ou físicas: Se o mundo existe, há-de haver um Criador, um Princípio. Nada se fez a si mesmo. Quem fez Deus?, costumam perguntar os jovens. Se fosse "feito" não seria Deus. O processo até ao infinito não é admissível. Deus não tem princípio; Ele É, segundo a definição que deu de si mesmo a Moisés.

Provas psíquicas ou existenciais: (...) descobre Deus no íntimo de si mesmo, no "inconsciente" individual e colectivo. Deus entra mais pelo coração, pela intuição, pela consciência, pela vida, pelo amor, que pela razão. "O coração tem razões que a razão desconhece", diz PASCAL. Desejamos que tudo o que há de belo no mundo não deve terminar, antes tem de de perpetuar-se; que tudo há-de ser pesado e julgado,  punido ou recompensado, que não é igual ser mau ou bom; que a morte não pode ser o ponto final de tudo (desejo de transcendência).

Provas históricas: A História comparada das religiões conclui que, salvo excepções limitadas no espaço e no tempo, todos os povos foram religiosos e adoraram a divindade, muitos deles tendo sido monoteístas, só depois degenerando no politeísmo. (...) como seria possível centenas de milhares de mártires (ninguém dá a vida facilmente), milhares e milhares de missionários que se deram totalmente à causa do Evangelho, todos os cristãos durante vinte séculos, mais de um milhar de milhões de homens hoje que acreditam em Jesus Cristo, contando-se entre eles muitos intelectuais. Será possível que todos eles sejam alienados? É evidente que a Igreja cometeu erros (...)

Prova de Jesus Cristo: é a prova rela e definitiva.

PAUL LITTLE: "Nenhum efeito se pode produzir sem uma causa."

PAUL LITTLE: "Ninguém pensaria que um relógio surgiria sem que houvesse um desenhador inteligente. Quanto mais incrível não acreditar que o universo, na sua infinita complexidade, podia ter surgido por acaso."

O Deus que fez o mundo e tudo o que nele existe, sendo ele Senhor do céu e da terra, não habita em santuários feitos por mãos humanas. Nem é servido por mãos humanas, como se de alguma cousa precisasse; pois ele mesmo é quem a todos dá vida, respiração e tudo mais; de um só fez toda raça humana para habitar sobre toda a face da terra, havendo fixado os tempos previamente estabelecidos e os limites da sua habitação; para buscarem a Deus se, porventura, tacteando o possam achar, bem que não está longe de cada um de nós.

Pois nele vivemos, e nos movemos, e existimos, como alguns dos vossos poetas têm dito: Porque dele também somos geração.

Sendo, pois, geração de Deus, não devemos pensar que a divindade é semelhante ao outro, à prata, ou à pedra, trabalhados pela arte e imaginação do homem.

Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos em toda parte se arrependam; porquanto estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio de um varão que destinou e acreditou diante de todos, ressuscitando-o dentre os mortos. Actos 17:24-31

Evidências da astronomia, da biologia, cálculo de probabilidades...

"Nos séculos recentes, os astrónomos que perscrutavam os céus com os primeiros telescópios observaram algumas formações nebulosas, semelhantes a nuvens. Presumiam tratar-se de nuvens próximas de gases. Mas, na década de 20, à medida que vieram a ser utilizados telescópios maiores, e mais potentes, estes “gases” provaram ser algo muito mais imenso e significativo: galáxias.

                Uma galáxia é um amplo grupo de estrelas, de gás e de outra matéria que gira em torno dum núcleo central. As galáxias têm sido chamadas de universos-ilhas, pois cada uma delas é como um universo em si. Por exemplo, considere a galáxia em que vivemos, chamada de Via-láctea. Nosso sistema solar, isto é, o sol, a Terra e outros planetas, com suas luas, faz parte desta galáxia. Mas, trata-se de um parte bem diminuta, pois nossa galáxia, a Via-láctea, contém mais de 100 bilhões de estrelas! Há cientistas que calculam pelo menos 200 a 400 bilhões. E certo editor de assuntos científicos chegou a declarar: “Poderia haver até de cinco a dez trilhões de estrelas na galáxia da Via-láctea.”

                O diâmetro da nossa galáxia abrange tão ampla distância que, se conseguisse mover-se tão rápido quanto a velocidade da luz (300.000 quilómetros por segundo), seriam necessários 100.000 anos para atravessá-la! Quantos quilómetros significa isto? Bem, visto que a luz percorre cerca de 9,5 trilhões (9.500.000.000.000) de quilómetros por ano, multiplique isso por 100.000 e obterá a resposta: nossa galáxia, a Via-láctea, tem cerca de 950 quadrilhões (950.000.000.000.000.000) de quilómetros de diâmetro! Diz-se que a distância média entre as estrelas no âmbito da galáxia é de cerca de seis anos-luz, ou cerca de 58 trilhões de quilómetros.

                É quase impossível para a mente humana dimensionar tal amplitude e distância. Todavia, nossa galáxia é apenas o indício do que existe no espaço sideral! Existe algo ainda mais estonteante. É o seguinte: Actualmente já foram detectadas tantas galáxias que se tem dito que “são tão comuns como as lâminas de grama numa campina”. Há no universo observável cerca de dez bilhões de galáxias! Há, porém, muitas outras além do alcance dos actuais telescópios. Alguns astrónomos calculam que haja 100 bilhões de galáxias no universo! E cada galáxia pode conter centenas de bilhões de estrelas!"

Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, porque todas as cousas tu criaste, sim, por causa da tua vontade vieram a existir e foram criadas. Apocalipse 5:11

 

Todas as cousas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez.

A vida estava nele, e a vida era a luz dos homens. João 1:3,4

 

Ó Senhor, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome! Pois expuseste nos céus a tua majestade. Salmo 8:1

 

Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste; as tuas obras são admiráveis, e a minha alma o sabe muito bem; os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado, e entretecido como nas profundezas da terra.

Os teus olhos me viram a substância ainda informe, e no teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado, quando nem um deles havia ainda. Salmo 139:14-16

 

O cérebro

                Nos anos recentes, os cientistas fizeram tremendos avanços nos estudos sobre o cérebro. Mesmo assim, o que aprenderam nada é quando comparado com o que continua desconhecido. Certo pesquisador disse que, depois de milhares de anos de especulação e de recentes décadas de intensivas pesquisas científicas, o nosso cérebro, junto com o universo, continua sendo “essencialmente misterioso”. Por certo, o cérebro humano é, sem sombra de dúvida, a parte mais misteriosa do milagre humano - o termo “milagre” significando “algo que produz admiração”.

                A admiração inicia-se pelo útero. Três semanas após a concepção, começam a formar-se as células cerebrais. Crescem em surtos, às vezes até 250.000 células por minuto. Depois do nascimento, o cérebro continua crescendo e formando sua rede de conexões. O abismo que separa o cérebro humano do cérebro de qualquer animal se manifesta: “O cérebro do bebé humano, diferente do que o de qualquer outro animal,  triplica de tamanho em seu primeiro ano”, declara o livro The Universe Within (O Universo Interno). Com o tempo, cerca de 100 bilhões de células nervosas, chamadas neurónios, bem como outros tipos de células, localizam-se no cérebro humano, embora represente apenas 2 por cento do peso total do corpo.

                As células cerebrais chaves - os neurónios - realmente não grudam umas nas outras. Acham-se separadas por sinapses, diminutos espaços de uns 25 milionésimos de milímetro. Estes espaços são cruzados por substâncias químicas chamadas de neurotransmissores, 30 das quais já são conhecidas, mas o cérebro pode possuir muitas outras. Estes sinais químicos são recebidos na terminação nervosa do neurónio por uma malha de diminutos filamentos chamados dendritos. Os sinais são então transmitidos para a outra terminação nervosa do neurónio por meio duma fibra nervosa chamada axônio. Nos neurónios, os sinais são eléctricos, mas, ao cruzarem os espaços, são químicos. Assim, a transmissão dos sinais nervosos é de natureza electroquímica. Cada impulso tem a mesma força, mas a intensidade do sinal depende da frequência dos impulsos, que pode ser tão alta quanto mil por segundo.               

(A Vida - Qual a Sua Origem?; pág. 168)

 

A Incrível Célula

                Uma célula viva apresenta enorme complexidade. O biólogo Francis Crick empenha-se em descrever com simplicidade o seu desempenho, mas, por fim, compreende que só pode chegar até certo ponto, “porque é tão complexa que o leitor não deve tentar penetrar em todos os seus pormenores”.

                As instruções contidas no AND (ou DNA) da célula, “se escritas por extenso, ocupariam mil livros de seiscentas páginas cada um”, explica National Geographic (Revista Geográfica Nacional). “Cada célula é um mundo repleto de até duzentos trilhões de diminutos grupos de átomos, chamados moléculas... Nossos 46 filamentos de cromossomos, se unidos, mediriam mais de 1,80 metro. Todavia, o núcleo que os contém tem menos de um décimo-milésimo de centímetro de diâmetro.”

                A revista Newsweek utiliza uma ilustração para dar ideia das actividades celulares: “Cada uma daquelas 100 trilhões de células funciona como uma cidade murada. Usinas geram a energia da célula. Fábricas produzem proteínas, unidades vitais do comércio químico. Sistemas complexos de transporte guiam substâncias químicas específicas de um ponto ao outro na célula e mais além. Sentinelas nas barricadas controlam os mercados de exportação e importação, e monitorizam o mundo exterior, em busca de sinais de perigo. Exércitos biológicos disciplinados mantêm-se em prontidão para combater invasores. Um governo genético centralizado mantém a ordem.

                Quando foi inicialmente proposta a moderna teoria da evolução, os cientistas tinham vaga ideia da fantástica complexidade duma célula viva. (...)

                Será que os seus 100.000.000.000.000 de células simplesmente surgiram por acaso?

(A Vida - Qual a sua Origem? A evolução ou a criação?)

 

                No decorrer dos séculos, havia grande ignorância em questões de saúde. Um médico chegou mesmo a declarar: “Ainda crêem em muitas superstições grande número de pessoas, tais como a de que uma espécie de castanha norte-americana no bolso evita o reumatismo; que tocar em sapos causa verrugas; que usar flanela vermelha em volta do pescoço cura dor de garganta” e outras. Todavia, ele exclamou: “Mas não se encontram tais declarações na Bíblia. Isto, em si, é notável.

                A Bíblia também é notável quando se comparam os arriscados tratamentos médicos utilizados no passado com o que ela diz. Por exemplo, o Papiro Ebers, documento médico dos antigos egípcios, prescreveu o emprego de excremento para tratar várias enfermidades. Mandava que se misturasse excremento humano com leite fresco e o aplicasse como cataplasma sobre as lesões que ficam depois de cair a casca. E um remédio para remover estilhaços reza: “Sangue de minhocas, cozinhe e esmague em azeite; toupeira, mate e cozinhe, e escoe em azeite; estrume de jumento, misture com leite fresco. Aplique ao orifício.” Este tratamento, como é bem sabido hoje, pode resultar em graves infecções.

                Que diz a Bíblia sobre o excremento? Ela mandava: “Quando te abaixares lá fora, então tens de cavar um buraco com (um instrumento de cavar) e tens de virar-te e encobrir o teu excremento.” (Deuteronómio 23:13) Assim, longe de prescrever o excremento como tratamento médico, a Bíblia mandava que se desse um seguro destino final aos dejectos orgânicos. Até ao presente século não se conhecia, em geral, o perigo de deixar o excremento exposto a moscas. Isto resultava na disseminação de doenças cujos vectores são as moscas, e na morte de muita gente. Todavia, o remédio simples sempre esteve registado na Bíblia, e já era seguido pelos israelitas há mais de 3000 anos.

(A Vida - Qual a Sua Origem?; pág. 204)

 

"DuNouy afirma que o cálculo das probabilidades duma molécula de proteína típica composta de 3000 átomos é da ordem de 2,02x10231, ou praticamente nula. Mesmo que os elementos fossem agitados à velocidade da vibração da luz, seriam necessários 10234 bilhões de anos para conseguir a molécula de proteína (necessária) para a vida, e a vida na terra está limitada a cerca de dois biliões de anos."

"A ciência das probabilidades matemáticas oferece notável prova de que o relato de Génesis sobre a criação deve ter provindo de uma fonte a par dos eventos. O relato alista 10 principais estágios, na seguinte ordem: (1) um princípio; (2) uma terra primitiva em trevas, e envolta em pesados gases e em água; (3) a luz; (4) uma expansão e atmosfera; (5) grandes áreas de terra seca; (6) plantas terrestres; (7) sol, lua e estrelas, tornando-se discerníveis na expansão, e o início das estações; (8) monstros marinhos e criaturas voadoras; (9) animais selváticos e domésticos, mamíferos; (10) o homem. A ciência concorrem que estes estágios ocorreram nesta ordem geral. Quais são as probabilidades de o escritor de Génesis ter apenas  adivinhado esta ordem? As mesmas que o leitor teria de retirar duma caixa, ao acaso, os números de 1 a 10, em ordem consecutiva. As probabilidades de conseguir isso na primeira tentativa são de 1 em 3.628.800!"

(A Vida - Qual a sua Origem?; pág. 36)

            Depoimentos de grandes personalidades

 

EINSTEIN: "A minha religião consiste na admiração da inteligência superior, ilimitada, que se revela nos mínimos pormenores por nós percebidos, mediante a nossa frágil e débil inteligência. A profunda e comovente convicção da presença de uma inteligência infinitamente superior que se revela no universo tão misterioso para nós, constitui a minha ideia de Deus".

EINSTEIN: "Alguém que esteja seriamente preocupado com a investigação científica, será convencido mais tarde ou mais cedo, da acção dum Espírito que se manifesta nas leis do Universo, um Espírito infinitamente superior ao do homem... Diante deste Espírito não nos resta senão a humildade".

 

            As evidências têm que Ter a nossa dimensão

Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria, como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos e quão inescrutáveis os seus caminhos! Quem, pois, conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro? Ou quem primeiro lhe deu a ele para que lhe venha a ser restituído?

Porque dele e por meio dele e para ele são todas as cousas. A ele, pois, a glória eternamente. Amén. Romanos 11:33-36

Exigir uma prova absoluta da existência de Deus é um contra-senso. Qualquer evidência a respeito da existência de Deus terá sempre a marca da limitação humana. Diante da possibilidade da existência divina o homem será sempre confrontado com a sua limitação. É por isso que a existência de Deus confronta-se antes de tudo e sempre com o orgulho do homem. O homem precisa de ser humilde para aceitar que Deus existe. Para compreender Deus precisaríamos de ser como Deus. (Mas por outro lado a máxima dignidade do homem só pode ser encontrada em ter sido criado à imagem e semelhança de Deus e de Deus se ter encarnado nessa mesma imagem em que havia feito o homem).

            Os limites dos nossos sentidos - o orgulho humano

 

 

 

PISTAS E SUAS LIMITAÇÕES

            A inteligência requer uma inteligência - propósito e sentido

 

 

            A universalidade da ideia de Deus

 

 

            Valores morais - eternidade / morte - ordem e desígnio

Quando, pois, os gentios que não têm lei, procedem por natureza de conformidade com a lei, não tendo lei, servem eles de lei para si mesmos.

Estes mostram a norma da lei gravada nos seus corações, testemunhando-lhes também a consciência, e os seus pensamentos mutuamente acusando-se ou defendendo-se, no diq em que Deus, por meio de Cristo Jesus, julgar os segredos dos homens, de conformidade com o meu evangelho. Romanos 2:14-16

DOSTOIEVKSY: "Se Deus não existe, tudo é permitido".

R. FOLLEREAU: "Muitos perderam a fé em Deus, porque perderam a fé no homem. Muitos a reencontraram, porque alguém os amou e lhes tirou o amargor do coração".

 

JESUS CRISTO (Se o homem não pode chegar a Deus - Deus pode chegar ao homem)

Havendo Deus, outrora, falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias nos falou pelo Filho a quem constituiu herdeiro de todas as cousas, pelo qual também fez o universo.

Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exacta do seu Ser, sustentando todas as cousas pela palavra do seu poder, depois de Ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade nas alturas, tendo-se tornado tão superior aos anjos, quanto herdou mais excelente nome do que eles. Hebreus 1:1-4

 

Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de Emanuel (que quer dizer: Deus connosco). Mateus 1:23

 

Fui buscado dos que não perguntavam por mim; fui achado daqueles que não me buscavam; a um povo que não se chamava do meu nome eu disse: Eis-me aqui, eis-me aqui.

Estendi as minhas mãos todo dia a um povo rebelde, que anda por caminho que não é bom, seguindo os seus próprios pensamentos; (...) Isaías 65:1-3

Reiterando essa posição ainda o homem fica dependente de Deus para O conhecer. Sem revelação qualquer conhecimento é puro devaneio ou ilusão, que pode ter algum resquício de verdade, mas que só pode ter fidedignidade se partir Dele para nós. E foi isso que Deus fez através da revelação escrita e finalmente de modo culminante através da Sua encarnação.

PAUL LITTLE: "É importante observar aqui que embora haja muitas indicações de Deus na natureza nunca poderíamos saber, de forma concludente, através da natureza, que Ele existe ou como é Ele. Para a pergunta feita há séculos, “Porventura alcançarás os caminhos de Deus?” (literal: Poderás tu pela investigação encontrar Deus?) (Job 11:7), a resposta é NÃO! A menos que Deus se revele a Si mesmo, estamos condenados à confusão e a conjecturas."

PAUL LITTLE: "Para nós é impossível saber de forma concludente que Deus existe e como Ele é, a não ser que Ele próprio tome a iniciativa de Se revelar."

PAUL LITTLE: "Deus tem tomado a iniciativa, ao longo da história, de comunicar com o homem. (Hebreus 1:1)."

            A fidedignidade dos documentos históricos sobre Jesus Cristo no Novo Testamento

Visto que muitos houve que empreenderam uma narração coordenada dos factos que entre nós se realizaram, conforme nos transmitiram os que desde o princípio foram deles testemunhas oculares, e ministros da palavra, igualmente a mim me pareceu bem, depois de acurada investigação de tudo desde sua origem, dar-te por escrito, excelentíssiomo Teófilo, uma exposição em ordem, para que tenhas plena certeza das verades em que foste instruído. Lucas 1:1-4

PAUL LITTLE: "Já foi plenamente demonstrado que as quatro biografias de Cristo foram escritas durante a vida dos Seus contemporâneos."

JOHN WARWICK MONTGOMERY: "Ter uma atitude céptica quanto ao texto disponível dos livros do Novo Testamento é permitir que toda a antiguidade clássica se torne desconhecida, pois nenhum documento da história antiga é tão bem confirmado bibliograficamente como o Novo Testamento."

SIR FREDERIC G. KENYON: "Em nenhum outro caso o intervalo entre a composição do livro e a data dos mais antigos manuscritos existentes é tão curto quanto no do Novo Testamento. Os livros do Novo Testamento foram escritos na última parte do século primeiro; com excepção de fragmentos muito pequenos, os manuscritos mais antigos existentes são do quarto século - cerca de 250 a 300 anos depois".

"O manuscrito mais antigo e substancioso de Sófocles foi copiado mais de 1.400 anos depois da sua morte."

KENYON: "Não há base para qualquer dúvida de que as Escrituras tenham chegado até nós tal como foram escritas. Pode-se considerar que finalmente estão comprovadas tanto a autenticidade  como a integridade geral dos livros do Novo Testamento."

F. F. BRUCE: "No mundo não há qualquer corpo de literatura antiga que, à semelhança do Novo Testamento, desfrute de uma tão grande riqueza de confirmação textual."

            A reivindicação pessoal da identidade de Cristo

Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.

Se vós me tivésseis conhecido, conheceríeis também a meu Pai. Desde agora o conheceis e o tendes visto.

Replicou-lhe Filipe: Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta.

Disse-lhe Jesus: Filipe, há tanto tempo estou convosco, e não me tens conhecido? Quem me vê a mim, vê o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai?

Não crês que eu estou no Pai e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo não as digo por mim mesmo; mas o Pai que permanece em mim, faz as suas obras.

Crede-me que estou no Pai, e o Pai em mim; crede ao menos por causa das mesmas obras. João 14:6-11

Igualdade com o Pai - João 10:30-33; João 5:17,18; João 8:58

Jesus tem direito à mesma honra que é prestada a Deus - João 5:23,24

Conhecer a mim - João 8:19

Crer em mim - João 14:1

Quem me vê - João 14:9

Eu vos digo - Mateus 5:20,22,26,28,etc.

Jesus recebeu adoração como Deus e aceitou-a - Mateus 8:2; João 9:35-39; Mateus 14:33; João 20:27-29

Ele afirmou ser capaz de perdoar pecados - Marcos 2:5; Lucas 7:48

Jesus declarou ser "vida" - João 14:6

Nele está a vida - 1 João 5:11,12

Jesus possui autoridade - João 5:27

            O trilema sobre Jesus Cristo - mentiroso, louco, senhor, (lenda fora de questão)

 

Stott: "Teria sido Ele um impostor deliberado? (...) Isso é muito difícil de crer. Há algo de tão sincero com respeito a Jesus. Ele odiava a hipocrisia nos outros e a sinceridade transparecia nEle. (...) Então, estaria Ele sinceramente enganado? Esta possibilidade tem os seus protagonistas, porém pode-se suspeitar que a ilusão deles é maior do que a de Cristo." (Stott)

C. S. Lewis: "Estou aqui tentando evitar que alguém diga aquela tolice que frequentemente se diz a respeito dEle: 'Estou pronto a aceitar Jesus como um grande mestre de ensinos éticos, mas não aceito a afirmação que fez de que era Deus'. Isso é o que não devemos dizer. Um homem que fosse um simples homem e dissesse o tipo de coisas que Jesus disse não seria um grande mestre de ensinos éticos. Seria um lunático - estando em pé de igualdade com o homem que diz o mesmo de Napoleão ou, então, seria o Diabo vindo do inferno. Você precisa tomar uma decisão. Ou esse homem era e é o Filho de Deus, ou, então, era um louco ou algo pior."

CS Lewis: "A discrepância entre a profundidade e a sanidade, e (deixe-me acrescentar) 'perspicácia' de Seu ensino moral e a megalomania que precisa estar por detrás de Seu ensino teológico a não ser que Ele seja Deus na realidade, nunca foi superada satisfatoriamente." ("Milagres", pág. 132)

Philip Schaff: "A hipótese de impostura é tão revoltante, quer para o senso moral quer para o senso comum, que o simples facto de enunciá-la já é a sua rejeição. Foi inventada pelos judeus que crucificaram o Senhor, a fim de encobrir o seu crime, mas jamais foi levada a sério, e nenhum estudioso com bom-senso e auto-estima ousaria agora professar abertamente essa ideia. Em nome da lógica, do senso comum e da experiência, como é que um impostor - isto é, um homem enganador, egoísta e depravado - conseguiu inventar e sustentar coerentemente, do inicio até ao fim, o mais puro e nobre carácter que a história conheceu, com a mais perfeita aparência de autenticidade e realidade? Como ele conseguiu conceber e , com sucesso, executar um plano sem igual de beneficência, magnitude moral e sublimidade, e sacrificar sua própria vida por isso, quando confrontado pelos mais fortes preconceitos por parte de seu povo e de sua geração?"

            A identidade incomparável de Jesus Cristo (palavras e acção)

Este Jesus é pedra rejeitada por vós, os construtores, a qual se tornou a pedra angular.

E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos. Atos 4:11,12

JOSH MACDOWELL: "Porque Deus se tornaria homem? Vou usar a ilustração da formiga. (...)

Se Deus quisesse comunicar-se connosco, qual seria a melhor maneira de fazê-lo? Percebemos que, a fim de Se comunicar connosco, Ele conseguiria fazê-lo melhor ao se tornar um homem e, dessa forma, alcançar-nos directamente.

Agora podemos começar a responder à pergunta básica: Se Deus se tornasse homem, a quem ou a que Ele seria semelhante? Ele possuiria os atributos de Deus, entraria neste mundo de forma incomum, realizaria acções sobrenaturais, não teria pecados, provocaria uma impressão duradoura e universal, e muitas outras coisas. Creio que Deus veio à terra na pessoa de Jesus Cristo, e em Jesus vemos a manifestação dos atributos de Deus e das características que acompanham um Deus-homem."

 

"Se Deus se tornou homem, então era de se esperar que Ele:

Entrasse na vida humana de um modo incomum

Estivesse sem pecado

Manifestasse o sobrenatural em forma de milagres

Possuísse profundo sentimento de ser alguém diferente dos outros homens

Apresentasse a maior mensagem já ensinada

Possuísse uma influência duradoura e universal

Satisfizesse a fome espiritual do homem

Manifestasse poder sobre a morte"

 

Nunca ninguém disse mais acerca de Jesus do que ele mesmo. As maiores declarações sobre a identidade de Jesus Cristo são reivindicações que saíram da sua própria boca.

Paul Little: "Em breve, porém, se tornou evidente que ele fazia afirmações chocantes e surpreendentes acerca de Si próprio. Começou a apresentar-se como sendo muito mais do que um notável mestre ou profeta. Começou a afirmar sem rodeios que era divino. Fez da sua identidade o ponto fulcral do seu ensino. A grande e importante questão que punha aos que o seguiam era: 'Vós, quem dizeis que eu sou?' Quando Pedro respondeu e disse, 'Tu és o Cristo, o Filho do Deus Vivo" (Mateus 16:15,16), Ele não se mostrou chocado, não repreendeu a Pedro. Pelo contrário, elogiou-o!"

"E os judeus perseguiam a Jesus, porque fazia estas coisas no sábado. Mas ele lhes disse: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também.

Por isso, pois, os judeus, ainda mais procuravam matá-lo, porque não somente violava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus."  (João 5:16-18)

"Eu e o Pai somos um. Novamente pegaram os judeus em pedras para lhe atirar. Disse-lhes Jesus: Tenho-vos mostrado muitas obras boas da parte do Pai; por qual delas me apedrejais? Responderam-lhe os judeus: Não é por obra boa que te apedrejamos, e, sim, por causa da blasfémia, pois sendo tu homem, te fazes Deus a ti mesmo." (João 10:30-33)

Se retirarmos Jesus Cristo ao Evangelho ficamos com nada. Jesus é o próprio evangelho.

A novidade de Jesus Cristo não reside em primeiro lugar no que Ele disse. Outros eventualmente afloraram os mesmos temas e disseram coisas que se aproximam. A novidade está Nele mesmo, nas suas reivindicações e nas promessas que faz e que ninguém no seu juízo perfeito poderia fazer estando consciente do que elas implicam, a não ser que seja divino."

Kenneth Scott Latourette: "Não são os Seus ensinos que tornam Jesus notável, embora esses ensinos sejam o suficiente para lhe proporcionar o reconhecimento público. É uma combinação dos ensinos com a própria pessoa. Não se pode separar os dois..."

 

O historiador Philip Schaff (The Person of Christ - A Pessoa de Cristo. American Tract Society, 1913) descreve brilhantemente a singularidade da Bíblia ao apresentar a singularidade do Salvador: "Esse Jesus de Nazaré, sem dinheiro nem armas, conquistou milhões de pessoas num número muito maior do que Alexandre, César, Maomé e Napoleão; sem o conhecimento e a pesquisa científica ele despejou mais luz sobre assuntos materiais e espirituais do que todos os filósofos e cientistas reunidos; sem a eloquência aprendida nos bancos escoalres, ele pronunciou palavras de vida como nunca antes, nem depois, foram ditas e provocou resultados que o orador e o poeta não conseguem alcançar; sem Ter escrito uma única linha, ele pôs em acção mais canetas, e forneceu temas para mais sermões, discursos, livros profundos, obras de arte e música de louvor do que todo o continente de grandes homens da antiguidade e da actualidade."

            A pedra de toque do cristianismo - a ressurreição. O maior facto ou a maior fraude.

E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. 1 Coríntios 15:17

Então entrou também o outro discípulo, que chegara primeiro ao sepulcro, e viu e creu. João 20:8

PAUL LITTLE: "Tanto os amigos como os inimigos da fé cristã têm reconhecido que a ressurreição de Cristo é a pedra fundamental da fé."

PAUL LITTLE: "Paulo fazia depender toda a questão da ressurreição corporal de Cristo. Ou ele tinha ressuscitado dos mortos, ou não tinha. Se de facto ressuscitou, esse constituiu o evento mais sensacional de toda a história e temos então respostas concludentes às profundas questões da nossa existência: Donde viemos nós? Para onde vamos? Se Cristo ressuscitou, sabemos com certeza que Deus existe, como é ele e como O podemos conhecer na experiência pessoal; o universo adquire significado e objectivo, e é possível experimentar o Deus vivo na vida contemporânea."

PAUL LITTLE: "Se Cristo não ressuscitou dos mortos, o Cristianismo é uma interessante peça de museu - nada mais."

                        Teorias explicativas: roubo, desmaio, túmulo errado, interpretação figurativa e não literal

 

Josh MacDowell: Se Ele não ressuscitou, alguém levou o corpo. Havia três grupos interessados que poderiam ter levado o corpo: os romanos, os judeus ou os discípulos.

Os romanos não teriam interesse em roubar o corpo, pois queriam a paz na Palestina.

Os judeus não teriam levado o corpo, pois a última coisa que queriam era a proclamação da ressurreição.

Os discípulos não tinham nenhum motivo para roubar o corpo, e se o fizessem, morreriam por algo que sabiam não ser verdadeiro. Além do mais, a religião que professavam enfatizava que se falasse a verdade e não a mentira. Suas atitudes teriam sido conflituantes com o que sabiam ser a verdade e mandavam os outros seguirem.

A outra explicação razoável é que Cristo ressuscitou, e as testemunhas oculares deixam claro que é este o caso. Os discípulos de Jesus podiam não ser tão sofisticados no domínio do conhecimento científico como o homem do séc. xx, mas certamente sabiam diferenciar um morto de um vivo.

 

                        Premissas e evidências: a morte, o túmulo, a pedra, o selo romano, a guarda, os "lençóis", o corpo nunca apareceu

E viu e creu (João 20:8)

 

Mateus 27:57-66

 

Marcos 15:42-47

 

Lucas 23:50

Josh McDowel: O verbo entulisso, usado por Mateus e Lucas, significa embrulhar, envolver, enrolar. Marcos usa eneileo, que tem a conotação de confinado, João, que foi uma testemunha ocular, é muito claro quando diz que o corpo de Cristo foi envolto. O verbo deo significa "ligar", "amarrar", "cingir" resultando em aprisionamento.

"Assim à luz da evidência textual, a conclusão está bem fundamentada pela escolha da palavra e colocação que, como João descreve mais explicitamente, Jesus foi amarrado com tiras de linho e não envolto com um pano. As palavras relativas a pano mostram isto claramente. Os verbos usados garantem isto, e a escolha específica das palavras tornam isto indubitável.

 

MERRILL C. TENNEY: "Ao se preparar um corpo para sepultamento, de acordo com o costume judaico, geralmente lavava-se e endireitava-se o corpo, e então enrolava-se apertadamente o corpo, desde as axilas até o tornozelo, com faixas de linho de aproximadamente trinta centímetros de largura. Especiarias aromáticas de uma consistência pegajosa, eram postas entre uma camada e outra de pano. Em parte elas ajudavam a preservar o corpo e em parte serviam como um adesivo para colar as tiras de pano, formando um revestimento sólido... O termo empregado por João, literalmente 'atou' (no grego edesan), está em perfeita harmonia com o que encontramos em Lucas 23:53, onde o escritor afirma que José de Arimatéia envolveu o corpo de Jesus num lençol de linho..."

"Na manhã do primeiro dia da semana o corpo de Jesus desaparecera, mas os panos em que fora enrolado o corpo ainda estavam ali..."

"O invólucro estava no lugar onde a cabeça havia ficado, separado do outro invólucro pela distância da axila ao pescoço. O formato do corpo ainda era visível nesses envoltórios, mas a carne e os ossos haviam desaparecido... Como foi que o cadáver foi libertado dos invólucros, uma vez que não deslizariam pelas curvas do corpo por estarem firmemente atados ao redor do corpo?"

PRECAUÇÕES:

-          Crucificado – 5 testemunhas – 2 tocaram o corpo

-           40kg de especiarias e cola

-          pedra – 2 toneladas

-          16 homens (cada 2x2 metros)

-          selo.

            Testemunhos sobre Jesus

 

Napoleão: "Eu conheço os homens; e eu lhes afirmo que Jesus Cristo não é um homem. Mentes superficiais vêem uma semelhança entre Cristo e os fundadores de impérios, e também os deuses de outras religiões. essa semelhança não existe. Entre o cristianismo e qualquer outra religião existe uma distância infinita... Todas as coisas que existem em Cristo me surpreendem . Seu espírito me enche de admiração e respeito, e Sua vontade me confunde. Entre Ele e qualquer outra pessoa no mundo não existe termo de comparação. Ele é um ser que verdadeiramente existe por Si próprio. Suas ideias e sentimentos, a verdade que Ele anuncia, Sua maneira de convencer as pessoas, nada disso se explica pela organização humana nem pela natureza das coisas... Quando mais eu me aproximo, quanto mais cuidadosamente eu examino, e eis que tudo está acima de mim - tudo permanece imponente, tendo um esplendor avassalador. Sua religião é uma revelação vinda de uma inteligência que certamente não é humana... Só nEle, e absolutamente em mais ninguém , é possível encontrar a imitação ou o exemplo de Sua vida... Na história busco em vão encontrar alguém semelhante a Jesus Cristo, ou algo que possa se aproximar do evangelho. Nem a história, nem a humanidade, nem as eras, nem a natureza me oferecem algo com que eu possa comparar ou explicar o evangelho. Aqui todas as coisas são extraordinárias".

 

A IGREJA

            Assente em Cristo

 

 

            Origem - um bando de cobardes transformado num exército corajoso

 

PAUL LITTLE: "Que transformou um grupo de discípulos atemorizados e covardes em homens de coragem e convicção?"

PAUL LITTLE: "Cada um dos discípulos enfrentou o teste da tortura e do martírio pelas suas declarações e crenças. Os homens estarão dispostos a morrer por aquilo que crêem ser verdadeiro, ainda que isso possa efectivamente ser falso. Todavia, eles não morrem por aquilo que sabem ser falso."

Razão – um túmulo vazio.

            A afirmação do facto histórico de Jesus Cristo e da ressurreição

 

 

                        O Domingo

 

 

                        O erros da Igreja / sociedade

 

 

                        A influência positiva

 

 

 

JESUS CRISTO E A BÍBLIA

            Sua centralidade em Cristo

 

A BÍBLIA apresenta Jesus Cristo como o Salvador do mundo.

 

GÉNESIS apresenta Jesus Cristo, nosso Deus Criador.

ÊXODO apresenta Jesus Cristo, nosso Cordeiro Pascal.

LEVÍTICO apresenta Jesus Cristo, nosso Sacrifício pelo Pecado.

NÚMEROS apresenta Jesus Cristo, o que foi “levantado”.

DEUTERONÓMIO apresenta Jesus Cristo, nosso Verdadeiro Profeta.

JOSUÉ apresenta Jesus Cristo, Capitão da Nossa Salvação.

JUÍZES apresenta Jesus Cristo, nosso Juiz Libertador.

RUTE apresenta Jesus Cristo, nosso Resgatador.

1 e 2 SAMUEL apresentam Jesus Cristo, nosso Rei.

REIS E CRÓNICAS apresentam Jesus Cristo, o Rei.

ESDRAS E NEEMIAS apresentam Jesus Cristo, nosso Restaurador.

ESTER apresenta Jesus Cristo, nosso Advogado.

JÓ apresenta Jesus Cristo, meu Redentor.

SALMOS apresenta Jesus Cristo, nosso Tudo em Todos.

PROVÉRBIOS apresenta Jesus Cristo, nossa Sabedoria.

ECLESIASTES apresenta Jesus Cristo, a Finalidade da Vida.

CANTARES DE SALOMÃO apresenta Jesus Cristo, o que Ama a Nossa Alma.

ISAÍAS apresenta Jesus Cristo como o Messias.

JEREMIAS apresenta Jesus Cristo, o Renovo da Justiça.

LAMENTAÇÕES Jesus Cristo é apresentado como o Justo Renovo.

EZEQUIEL apresenta Jesus Cristo, o Filho do Homem.

DANIEL apresenta Jesus Cristo, a Pedra que Esmiúça.

OSÉIAS apresenta Jesus Cristo, o que encaminha o Desviado.

JOEL apresenta Jesus Cristo, o Restaurador.

AMÓS apresenta Jesus Cristo, o Divino Lavrador.

OBADIAS apresenta Jesus Cristo, nosso Salvador.

JONAS apresenta Jesus Cristo, nossa Ressurreição e Vida.

MIQUÉIAS apresenta Jesus Cristo, Testemunha contra Nações Rebeldes.

NAUM apresenta Jesus Cristo, Fortaleza no dia da Angústia.

HABACUQUE apresenta Jesus Cristo, o Deus da minha Salvação.

SOFONIAS apresenta Jesus Cristo, um Senhor Zeloso.

AGEU apresenta Jesus Cristo, o Desejado de Todas as Nações.

ZACARIAS apresenta Jesus Cristo, o Renovo da Justiça.

MALAQUIAS apresenta Jesus Cristo, o sol da Justiça.

MATEUS apresenta Jesus Cristo, o Messias Prometido.

MARCOS apresenta Jesus Cristo, o Servo de Deus.

LUCAS apresenta Jesus Cristo, o Filho do Homem.

JOÃO apresenta Jesus Cristo, Filho de Deus.

ATOS apresenta Jesus Cristo, o Senhor Redivivo.

ROMANOS apresenta Jesus Cristo, Justiça Nossa.

I CORÍNTIOS apresenta Jesus Cristo, Senhor Nosso.

2 CORÍNTIOS apresenta Jesus Cristo, Nossa Suficiência.

GÁLATAS apresenta Jesus Cristo, Nossa Liberdade.

EFÉSIOS apresenta Jesus Cristo, Nosso Tudo em Todos.

FILIPENSES apresenta Jesus Cristo, Nossa Alegria.

COLOSSENSES apresenta Jesus Cristo, Nossa Vida.

I TESSALONICENSES apresenta Jesus Cristo, Aquele que Há de Vir.

2 TESSALONICENSES apresenta Jesus Cristo, o Senhor que Vai Voltar.

I TIMÓTEO apresenta Jesus Cristo, Nosso Mestre.

2 TIMÓTEO apresenta Jesus Cristo, Nosso Exemplo.

TITO E FILEMON apresentam Jesus Cristo, Nosso Modelo e Nosso Senhor e Mestre.

HEBREUS apresenta Jesus Cristo, Nosso Intercessor Junto ao Trono.

TIAGO apresenta Jesus Cristo, Nosso Modelo.

I PEDRO apresenta Jesus Cristo, Preciosa Pedra Angular da Nossa Fé.

2 PEDRO apresenta Jesus Cristo, Nossa Força.

1, 2, 3 JOÃO e JUDAS Jesus Cristo nossa Vida, Nossa Verdade, Nosso Caminho e Nosso Protector.

APOCALIPSE apresenta Jesus Cristo, Nosso Rei Triunfante.

            Cumprimentos proféticos na vida de Cristo

 

Nascimento da semente da mulher

Gn 3:15

Gl 4:4 - Mt 1:20

 

Nascido de uma virgem

Is 7:14

Mt 1:18, 24, 25 - Lc 1:26- 35

 

Filho de Deus

Sl 2:7 - 1Cr. 17:11-14 - II Sm 7:12-16

Mt 3:17 - Mt 16:16 - Mc 9:7 - Lc 9:35; 22:70 - At 13:20-22 - Jo 1:34,49

 

Semente de Abraão

Gn 12:2,3 - Gn 12:2,3

Mat 1:1 - Gl 3:16

 

Filho de Isaque

Gn 21:12

Lc 3:23,24

Mt 1:2

 

Filho de Jacó

Nm 24:17 - Gn 35:10-12

Lc 3:23,24 - Mt 1:2 - 1:33

 

Tribo de Judá

Gn 49:10 - Mq 5:2

Lc 3:23,33 - Hb 7:14

 

Linhagem familiar de Jessé

Is 11:1

Lc 3:23,32 - Mt 1:6

 

Casa de Daví

Jr 23:5 - 2 Sm 7:12-16 - Sl 132:11

Lc 3:23,31 - Mt 1:1; 9:27; 15:22; 20:30,31; 21:9; 15; 22:41-46 - Mr 9:10; 10:47; 48 - Lc 18:38,39; At 13:22,23 - Ap 22:16

 

Nascido em Belém

Mq 5:2

Mt 2:1 - Jo 7:42 - Mt 2:4-8 - Lc 2:4-7

 

Jesus recebe presentes

Sl 72:10 - Is 60:6

Mt 2:1,11

 

Herodes mata crianças

Jr 31:15

Mt 2:16

 

Sua pré-existência

Mq 5:2 - Is 9:6,7; 41:4; 44:6; 48:12 - Sl 102:25 - Pv 8:22,23

Cl 1:17 - Jo 1:12; 8:58; 17:5,24 - Ap 1:17; 2:2; 22:13

 

Ele será chamado de Senhor

Sl 110:1 - Jr 23:6

Lc 2:11 - Mt 22:43-45

 

Será chamado Emanuel

Is 7:14

Mt 1:23 - Lc 7:16

 

Será um profeta

Dt 18:18

Mt 21:11 - Lc 7:16 - Jo 4:19; 6:14; 7:40

 

Sacerdote

Sl 110:4

Hb 5:5,6

 

Juiz

Is 33:22

Jo 5:30 - 2 Tm 4:1

 

Rei

Sl 2:6

Mt 27:37; 21:5 - Jo 18:33-38

 

Unção especial do Espírito Santo

Is 11:2 - Sl 45:7 - Is 42:1;61:1,2

Mt 3:16,17; 12:17-21 - Mr 1:10,11 - Lc 4:15-21,43 - Jo 1:32

 

Zelo pelas coisas de Deus

Sl 69:9

Jo 2:15-17

 

Precedido por um mensageiro

Is 40:3 - Ml 3:1

Mt 3:1,2; Mt 3:3; 11:10 - Jo 1:23 - Lc 1:17

 

Ministério de milagres

Is 35:5a - Is 32:3,4

Mt 9:35 - Mt 9:32,33; 11:4-6 - Mr 7:33-35 - Jo 5:5-9; 9:6-11; 11:43

 

Mestre de parábolas

Sl 78:2

Mt 21:12

 

Devia entrar em Jerusalém montado num jumento

Zc 9:9

Lc 19:35,36,37a - Mt 21:6

 

Pedra de tropeço para os judeus

Sl 118:22 - Is 8:14; 28:16

1 Pd 2:7; Rm 9:32,33

 

"Luz" para os gentios

Is 60:3; 49:6

At 13:47,48a; 26:33; 28:28

 

Ressurreição

Sl 16:10; 30:3; 41:10; 118:17 - Os 6:2

At 2:31; 13:33 - Lc 24:46 - Mr 16:6; Mt 28:6

 

Ascenção

Sl 68:18a

At 1:9

 

Assentado à dextra de Deus

Sl 110:1

Hb 1:3 - Mr 16:19 - At 2:34,35

 

Traído por um amigo

Sl 41:9; 55:12-14

Mt 10:4; 26:49,50 - Jo 13:21

 

Preço dado ao oleiro pelo seu campo

Zc 11:13b

Mt 27:7

 

Abandonado pelos seus discípulos

Zc 13:7

Mr 14:50

 

Acusado por falsas testemunhas

Sl 35:11

Mt 26:59,60

 

Mudo perante os acusadores

Is 53:7

Mt 27:12

 

Ferido e arranhado

Is 53:5 - Zc 13:6

Mt 27:26

 

Espancamento e cuspidas

Is 50:6; Mq 5:1

Mt 26:67 - Lc 22:63

 

Objecto de zombaria

Sl 22:7,8

Mt 27:31

 

Caiu sobre o peso da cruz

Sl 109:24,25

Jo 19:17 - Lc 23:26 - Mt 27:31,32

 

Mãos e pés traspassados

Sl 22:16 - Zc 12:10

Lc 23:33 - Jo 20:25

 

Crucificado com ladrões

Is 53:12

Mt 27:38 - Mr 15:27,28

 

Intercedeu em favor dos seus perseguidores

Is 53:12

Lc 23:34

 

Rejeitado pelo seu próprio povo

Is 53:3 - Sl 69:8; 118:22

Jo 7:5,48 - Jo 1:11 - Mt 21:42,43

 

Odiado sem motivo algum

Sl 69:4 - Is 49:7

Jo 15:25

 

Amigos mantiveram-se à distância

Sl 38:11

Lc 23:49 - Mr 15:40 - Mt 27:55,56

 

As pessoas menearam a cabeça

Sl 69:25; 22:7

Mt 27:39

 

Observado pelas pessoas

Sl 22:17

Lc 23:35

 

Roupas repartidas e sorteadas

Sl 22:18

Jo 19:23,24

 

Sofreu sede

Sl 69:21; 22:15

Jo 19:28

 

Fel e vinagre oferecidos a Cristo

Sl 69:21

Mt 27:34 - Jo 19:28,29

 

Grito de abandono

Sl 22:1a

Mt 27:46

 

Entregou-se a Deus

Sl 31:5

Lc 23:46

 

Ossos não quebrados

Sl 34:20

Jo 19:33

 

Colapso cardíaco

Sl 22:14

Jo 19:34

 

Traspassado

Zc 22:10

Jo 19:34

 

Trevas sobre a terra

Am 8:9

Mt 27:45

 

Sepultado no túmulo do rico

Is 53:9

Mt 27:57-60

 

                        Conclui que existe uma mente divina por detrás do Antigo e Novo Testamento

 

 

                        Confirma a realidade de Deus

 

 

                        Confirma a divindade de Jesus

 

 

                        Demonstra a inspiração da Bíblia

                        O cumprimento das profecias em Jesus foi uma coincidência, uma obra do acaso?

 

JOSH MACDOWELL: "É possível descobrir uma ou duas profecias que se cumpriram em outros homens, mas não todas as 61 profecias!"

"Stoner afirma que, ao empregarmos as modernas técnicas de cálculos de probabilidade em relação a oito profecias (...) calculamos que a chance de algum homem Ter vivido até ao presente e Ter cumprido todas as oito profecias é de 1 em 1017. Isto é em cem quatrilhões. A fim de ajudar a compreender o que significa uma chance em 1017, Stoner ilustra da seguinte maneira: Apanhemos 1017 moedas de prata de um dólar e as coloquemos sobre o estado do Texas. Elas serão uma camada de 60 cm de espessura cobrindo todo o estado. Agora faça uma marca numa dessas moedas e misture bem com todas as demais moedas que estão sobre o estado. Ponha uma venda nos olhos de um homem e diga-lhe que ele pode ir até onde quiser, mas que deve apanhar uma certa moeda, aquela que está marcada. Que chance teria de apanhar a moeda certa? Apenas a mesma chance que os profetas teriam de escrever essas oito profecias e vê-las cumpridas em algum homem qualquer, desde a época deles até ao ao presente, contando que tivessem escrito com base em sua própria sabedoria."

            O testemunho de Jesus Cristo sobre ela

 

 

            Palavra de Deus

 

Charles WesleY ( um dos fundadores do Metodismo): "A Bíblia deve ser invenção de homens bons ou de anjos, homens maus ou diabos, ou de Deus. Considerando isto:

1. Ela não poderia ser invenção de homens bons ou de anjos; pois eles não desejariam nem poderiam escrever um livro, contando mentiras todo o tempo em que estivessem escrevendo e dizendo, 'Assim diz o Senhor', quando se tratava de sua própria invenção.

2. Ela não poderia ser invenção de homens maus ou demónios, pois eles não escreveriam um livro que ordenasse a obediência a todos os deveres, proibisse todo pecado e condenasse suas almas ao inferno por toda a eternidade.

3. Portanto, tiro esta conclusão: a Bíblia deve ter sido dada por inspiração divina".

 

A SINGULARIDADE DA BÍBLIA

 

PAUL LITTLE: "Onde existem áreas de aparente conflito, devemos manter o problema em suspenso, admitindo a nossa presente incapacidade de o explicar, mas aguardando que novos dados se tornem disponíveis. A presença de problemas não impede a nossa aceitação da Bíblia como Palavra sobrenatural de Deus."

PAUL LITTLE: "O testemunho do Espírito Santo é que, em última análise, leva a pessoa a crer que a Bíblia é a Palavra de Deus."

            A Bíblia é única na sua coerência:

 

1. Escrita durante um período de mais de 1500 anos - 66 livros (39 VT - 27 NT)

2. Escrito durante mais de 40 gerações

3. Escrito por mais de 40 autores, envolvidos nas mais diferentes actividades, inclusive reis, camponeses, filósofos, pescadores, poetas, estadistas, estudiosos, etc.:

Moisés, um líder político, que estudou nas universidades do Egipto;

Pedro, um pescador;

Amós, um boieiro;

Josué, um general;

Neemias, um copeiro;

Daniel, um primeiro-ministro;

Lucas, um médico;

Salomão, um rei;

Mateus, um colector de impostos;

Paulo, um rabino.

4. Escrito em diferentes lugares:

Moisés, no deserto;

Jeremias, numa masmorra;

Daniel, numa colina e num palácio;

Paulo, dentro de uma prisão;

Lucas, enquanto viajava;

João, na ilha de Patmos;

Outros, nos rigores de uma campanha militar.

5. Escrito em diferentes condições:

Davi, em tempos de guerra;

Salomão, em tempos de paz.

6. Escrito sob diferentes circunstâncias:

Alguns escreveram enquanto experimentavam o auge da alegria,

enquanto outros escreveram numa profunda tristeza e desespero.

7. Escrito em três continentes:

Ásia, África e Europa.

8. Escrito em três idiomas:

Hebraico: a língua do Antigo Testamento.

Em 2 Reis 18:26-28 essa língua é chamada de “judaica”.

Em Isaías 19:18, de “língua de Canaã”.

Aramaico: a “língua franca” do Oriente Próximo até a época de Alexandre o (Grande século VI aC - século IV aC)

Grego: a língua do Novo Testamento. Foi o idioma de uso internacional à época de Cristo.

9. Inclui uma grande diversidade de estilos literários:

histórias

lei (civil, criminal, ética, ritual, sanitária)

poesia religiosa

textos didácticos

poesia lírica

parábolas e alegorias

biografia

correspondência pessoal

reminiscências pessoais

diários

literaturas proféticas e apocalípticas
 

            A Bíblia é confiável

 

 

                        O teste bibliográfico

 

O teste bibliográfico é um exame da transmissão textual pelo qual os documentos chegam até nós.

Uma vez que não dispomos dos documentos originais, qual a credibilidade das cópias que temos em relação ao número de manuscritos e ao intervalo de tempo transcorrido entre o original e a cópia existente?

Actualmente sabe-se da existência de mais de 5.300 manuscritos gregos do Novo Testamento. Acrescentem-se a esse número mais de 10.000 manuscritos da Vulgata Latina e, pelo menos, 9.300 de outras antigas versões, e teremos hoje mais de 24.000 cópias de porções do Novo Testamento.

A Ilíada de Homero vem em segundo lugar, com apenas 643 manuscritos que sobreviveram até hoje.

“Em nenhum outro caso o intervalo entre a composição do livro e a data dos mais antigos manuscritos existentes é tão curto quanto no do Novo Testamento. Os livros do Novo Testamento foram escritos na última parte do século primeiro; com excepção de fragmentos muito pequenos, os manuscritos mais antigos existentessão do quarto século - cerca de 250 a 300 anos depois.” (Sir -Frederic G. Kenyon)

“(...) o manuscrito mais antigo e substancioso de Sófocles foi copiado mais de 1.400 anos depois de sua morte.”

“De modo que o intervalo entre as datas da composição do original e os mais antigos manuscritos existentes se torna tão pequeno a ponto de, na prática, ser insignificante. Assim, já não há base para qualquer dúvida de que as Escrituras tenham chegado até nós tal como foram escritas. Pode-se considerar que finalmente estão comprovadas tanto a autenticidade como a integridade geral dos livros.”

                        O teste das evidências internas

Actos 1:3,8,21,22

Actos 2:32,36

Actos 3:15,20

Actos 5:30-32

Actos 10:38-43

Actos 13:28-31

Actos 22:15

Lucas 1:1-3 - “Visto que muitos houve que empreenderam uma narração coordenada dos factos que entre nós se realizaram, conforme nos transmitiram os que desde o princípio foram deles testemunhas oculares, e ministros da palavra, igualmente a mim me pareceu bem, depois de acurada investigação de tudo desde a sua origem, dar-te por escrito, excelentíssimo Teófilo, uma exposição em ordem.”

2 Pedro 1:16 - “Porque não vos demos a conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, seguindo fábulas engenhosamente inventadas, mas nós mesmos fomos testemunhas oculares da sua majestade.”

1 João 1:3 - “... o que temos visto e ouvido anunciamos também a vós outros, para que vós igualmente mantenhais comunhão connosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho Jesus Cristo.”

Actos 2:22 - “Varões israelitas, atendei a estas palavras: Jesus, o Nazareno, varão aprovado por Deus diante de vós, com milagres, prodígios e sinais, os quais o próprio Deus realizou por intermédio dele entre vós, como vós mesmos sabeis...”

João 19:35 - “Aquele que isto viu, testificou, sendo verdadeiro o seu testemunho; e ele sabe que diz a verdade, para que também vós creiais.”

Lucas 3:1 - “No décimo-quinto ano do reinado de Tibério César, sendo Pôncio Pilatos governador da Judeia, Herodes tetrarca da Galiléia, seu irmão Filipe tetrarca da região da Ituréia e Traconites, e Lisânias tetrarca de Abilene...

Actos 26:24-26 - “Dizendo ele estas coisas em sua defesa, Festo o interrompeu em alta voz: Estás louco, Paulo; as muitas letras te fazem delirar. Paulo, porém, respondeu: Não estou louco, ó excelentíssimo Festo; pelo contrário, digo palavras de verdade e de bom senso. Porque tudo isto é do conhecimento do rei, a quem me dirijo com franqueza, pois estou persuadido de que nenhuma destas coisas lhe é oculta; porquanto nada se passou aí, nalgum recanto.”

                        O teste das evidências externas

 

Irineu, bispo de Lion (180 AD), foi aluno de Policarpo, bispo de Esmirna, o qual foi martirizado em 156 AD, tendo sido cristão por 86 anos e discípulo do apóstolo João. Irineu escreveu:

“Tão firme é a base sobre a qual esses Evangelhos repousam que os próprio hereges dão testemunho a favor desses livros, e, tomando-os por base, cada um deles se esforça por estabelecer sua própria doutrina.”

            Bíblia e ciência

 

PAUL LITTLE: "Devemos reconhecer aqui que o método científico, tal como hoje o conhecemos, começou no século XVI entre indivíduos que eram cristãos. Rompendo com os conceitos politeístas gregos que viam o universo como caprichoso e irregular e que, por conseguinte, não oferecia condições para um estudo sistemático, eles concluíram que o universo devia ser ordenado e digno de investigação, por ser o trabalho dum Criador inteligente. Ao se dedicarem à pesquisa científica, estavam convencidos de que interpretavam correctamente os pensamentos de Deus."

            A evolução, evolucionismo/teísta ou criacionismo?

 

 

A arqueologia

 

Dr. W. F. Albright: "Não pode haver dúvida de que a arqueologia tem confirmado a historicidade substancial da tradição do Velho Testamento.

Nelson Glueck: "Nenhuma descoberta arqueológica contestou alguma vez uma referência bíblica. "

PAUL LITTLE: "Em vez de concluir que a Bíblia estava errada, pareceria muito mais razoável admitir que o problema existe e mantê-lo em aberto até que novas descobertas o resolvam. "

PAUL LITTLE: "Nós não podemos provar a Bíblia pela arqueologia, nem cremos na Bíblia com base em provas arqueológicas."

Nelson Glueck: “Pode-se afirmar categoricamente que até hoje nenhuma descoberta arqueológica contradisse qualquer informação dada pela Bíblia.”

 

                A vida e época de Abraão constituem um bom exemplo da ajuda que a arqueologia pode prestar. Críticos da última parte do século passado, e dos princípios deste, alimentavam muitas dúvidas quanto à historicidade do relato bíblico acerca de Abraão. Pensavam que se tratava dum nómada ignorante e bastante primitivo. Achavam que era impossível que soubesse ler e certamente não conheceria mais de lei, história, comércio e geografia do que um sheik beduíno do deserto da Arábia dos nossos dias. Acreditavam que a sua mudança de Ur para Harã fora simplesmente uma migração nómada, sem importância. Contudo, as descobertas de Sir C. Leonard Wooley nas suas escavações em Ur dos caldeus demonstraram que estas ideias eram, afinal, totalmente erradas.

                Descobrimos que a cidade de Ur da época de Abraão era já altamente desenvolvida. Arqueólogos têm desenterrado residências de tipo avançado e muitas placas de barro equivalentes a livros. Algumas delas eram recibos de transacções comerciais; outras eram hinos dos templos; e ainda outras eram tabelas matemáticas com fórmulas para o cálculo da raiz quadrada e cúbica, bem como de somas mais fáceis. Nos armazéns dos templos, acharam-se recibos de inúmeros objectos - ovelhas, queijo, lã, minério de cobre, óleo para lubrificar as dobradiças - e listas dos salários das operárias. É tudo muito prático e curiosamente moderno.

                “Tornou-se claro que Abraão era produto de uma cultura brilhante e altamente desenvolvida e que deve Ter significado muito para ele partir pela fé para terras desconhecidas.”

                (Paul Little; Explicando e Expondo a Fé; Núcleo; págs 103, 104)

 

                Vez após vez o registo histórico da Bíblia tem sido substanciado pela descoberta de novas informações. Por exemplo, o rei assírio, Sargão, por longo tempo só era conhecido através do relato da Bíblia, em Isaías 20:1. Com efeito, na primeira parte do século passado, os críticos desconsideravam esta referência bíblica a ele como não tendo nenhum valor histórico. Daí, as escavações arqueológicas produziram as ruínas do magnífico palácio de Sargão, em Corsabad, incluindo muitas inscrições relativas à regência dele. Em resultado disso, Sargão é agora um dos mais conhecidos reis assírios. O historiador israelita, Moshe Pearlman, escreveu:  “Subitamente, os cépticos, que tinham duvidado da autenticidade até das partes históricas do Velho Testamento, começaram a rever os seus conceitos.”

(A Vida - Qual a Sua Origem?; pág. 208)

 

Outro exemplo de uma descoberta que confirma a historicidade de alguém mencionado na Bíblia é fornecido por Michael J. Howard, que trabalhou juntamente com a expedição a Cesaréia, em Israel, em 1979. “Por 1900 anos”, escreveu, “Pilatos só existia nas páginas dos Evangelhos e nas vagas lembranças dos historiadores romanos e judeus. Quase nada se sabia sobre a vida dele. Alguns afirmavam que nem sequer existiria. Mas, em 1961, uma expedição arqueológica italiana trabalhava nas ruínas de antigo teatro romano em Cesaréia. Um operário revirou uma pedra que tinha sido usada em uma das escadarias. No reverso havia a seguinte inscrição, parcialmente obscurecida, em latim: “Caesariensibus Tiberium Pontius Pilatis Praefectus Iudaeae.” (Ao povo de Cesaréia, Tibério Pôncio Pilatos, Prefeito da Judéia.) Foi um golpe fatal nas dúvidas sobre a existência de Pilatos... Pela primeira vez havia evidência epigráfica contemporânea da vida do homem que ordenara a crucificação de Cristo.” - João 19:13-16; Atos 4:27.

(A Vida - Qual a Sua Origem?; pág. 210)

            O cumprimento profético

 

Tiro (Ezequiel 26 - 592-570 aC)

Sidom (Ezequiel 28 - 592-570 aC)

Samaria (Oseias 13 - 748-690 aC)

Gaza-Ascalom (Amós 1 - 775-750 aC)

Moabe-Amom (Ezequias 25 - 592-570 aC; Jeremias 48 - 626-586 aC))

Petra e Edom (Isaías 34 - 783-704 aC; Jeremias 49 - 626-586 aC; Ezequiel 25 - 592-570 aC; Ezequiel 35)

Tebas e Menfis (Ezequiel 30 - 592-570 aC)

Niníve (Naum - 661 a antes de 612 aC)

Babilónia (Isaías 13 - 783-704 aC)

Corazim, Betsaida, Cafarnaum (Mateus 11 - 50 AD)

Crescimento de Jerusalém (Jeremias 31 - 626-586 aC)

Palestina (Levítico 26 - 1520-1400 aC)

            Probabilidade profética

 

Tiro

Samaria

Gaza e Ascalom

Jericó

A Porta Dourada

Sião Trilhada

Jerusalém Ampliada

Palestina

Moabe e Amom

Edom

Babilónia

1 em 7,5 x 107

1 em 4 x 104

1 em 1,2 x 104

1 em 2 x 105

1 em 103

1 em 102

1 em 8 x 1010

1 em 2 x 105

1 em 103

1 em 104

1 em 5 x 109

 

 

Caso escritas com base no conhecimento humano, calculam-se as chances dessas 11 profecias se tornarem realidade da seguinte maneira: Deve-se multiplicar todos esses números, uns pelos outros e o resultado encontrado será 1 chance em 5,76 x 1059.

Tentemos visualizar o que significa uma chance em 5,76 x 1059. Vamos arredondar esse número para 5 x 1059. Suponhamos que tivéssemos esse número de dólares de prata. Qual seria o tamanho de uma pilha dessas?

O volume do sol é mais de 1.000.000 de vezes maior do que o da terra. Entretanto, com esses 5 x 1059 moedas de prata de um dólar daria para se fazer 1028 bolas de prata maciça do tamanho do sol.

O grupo de estrelas, que chamamos de nossa galáxia, abrange todas as estrelas que pertencem a esse único grupo. É uma quantidade extremamente grande, de pelo menos 1.000.000.000.000 estrelas, sendo que cada estrela tem em média o tamanho do nosso sol. AS grandes distâncias da nossa galáxia existem outras galáxias parecidas com a nossa, e que contêm aproximadamente o mesmo número de estrelas. Se você fosse contar os 100.000.000.000 de estrelas e as contasse à velocidade de 250 por minuto, você levaria 750 anos, contando dia e noite, e no final você teria contado apenas as estrelas de uma única galáxia.

Estima-se que o universo todo tenha cerca de dois trilhões de galáxias, cada uma tendo aproximadamente 100 bilhões de estrelas. Com as nossas 5 x 1059 moedas de prata de um dólar poderíamos fazer todas as estrelas de todas as galáxias não apenas uma vez, mas 2x905.

Suponhamos que tivéssemos marcado uma dessas moedas e a tivéssemos lançado no meio de toda a pilha de moedas, antes de delas fazermos bolas do tamanho do sol. Suponha então que tivéssemos colocado uma venda nos olhos de um homem e lhe tivéssemos dito para ir em todas essas bolas apanhar o dólar que ele achasse ser o dólar certo. Que chance ele teria de achar a moeda certa? Seria uma enorme tarefa olhar em toda essa massa de dólares. Se o nosso homem vendado fosse viajar à velocidade de 100 quilómetros por hora, levaria cinco anos para dar uma única volta ao redor de uma estrela. Isso lhe daria uma diminuta chance de escolher o que poderia ser a moeda marcada, mas, se o tempo gasto nessa estrela fosse de cinco anos, ele gastaria 500 bilhões de anos em cada galáxia. Mas suponhamos que nosso homem fosse extremamente rápido, capaz de passar por todos os dólares existentes em 100 bilhões de estrelas a cada segundo (em vez de 500 bilhões de anos); ainda assim ele levaria aproximadamente 3 x 109 anos (três bilhões de anos) para passar por toda a massa de moedas. É absurdo imaginar que ele teria alguma probabilidade de apenhar o dólar certo.

A probabilidade dessas onze profecias terem sido escritas com base na sabedoria humana e de terem se tornado realidade é parecida com a possibilidade desse homem, com uma venda nos olhos, apanhar o dólar certo. Mas essas profecias, e muitas outras, tornaram-se realidade. Só podemos então tirar uma única conclusão: Deus inspirou a redacção de cada dessas profecias. Que prova melhor alguém poderá pedir da inspiração da Bíblia?

 

            Afirmações sobre a Bíblia

 

“A Bíblia é a glória imortal da humanidade”.

Dr. António Jo´se d’Almeida (Médico, escritor e estadista português - grande orador republicano - 1866-1929)

 

“... Deste Deus-Homem, alto e infinito,

Os Livros que tu pedes, não trazia,

Que bem posso escusar trazer escrito

Em papel o que na alma andar devia.”

Camões, Luís Vaz de (1524-1580 - Canto I - Estância 66 dos Lusíadas, o maior poeta português. Um dos maiores vultos da literatura da Renascença)

 

“Para o povo ser livre, é necessário que seja religioso e honesto; não que seja crédulo. Para que ele seja religioso e honesto é necessário que conheça as doutrinas das Escrituras Sagradas.”

Alexandre Herculano (Historiador, romancista e poeta português - 1810-1878)

 

“O Evangelho responde às necessidades da nossa alma com o amor de Deus, de outro modo não se salvaria o mundo.”

Camilo Castelo Branco (Romancista português - o mais profundo conhecedor, em todos so tempos, do tesouro da língua portuguesa)

 

“A leitura... é de todas as artes a que menos custa, e a que mais rende. Apresentando uma lista de vinte livros de sua escolha e preferência, colocou as Sagradas Escrituras em primeiro lugar.”

Castilho, António Feliciano de (1800-1890, célebre poeta e prosador português)

 

“A influência da Bíblia sobre a vida e conduta humana, prova a sua inspiração. Os lares tornam-se felizes, as vidas limpas e as nações prósperas e justas, quando se submetem as preceitos da Santa Palavra de Deus.”

Fernando Pessoa, António Nogueira (poeta português - 1888-1935)

 

“A Bíblia prepara os crentes para serem úteis na terra e terem uma morada no Céu. Ensina quanto vale a alma ao revelar quanto custou a sua redenção. Dá a conhecer o único antídoto contra o pecado e apresenta o único código perfeito de moral.”

Alexandre Herculano (poeta, escritor e político português - 1810-1878)

 

“Em regra, a leitura da Bíblia, quando feita com as devidas disposições de espírito, é hábito que dá lugar a todas as virtudes cristãs, sendo a mais eficiente força formadora do carácter que se conhece.”

Joaquim António de Aguiar (1792-1874 - Estadista português - natural de Coimbra)

 

“Aprecio a beleza da Santa Bíblia. A Bíblia, a grande lição e a grande consolação. Fazíamos, por vezes, achados bem singulares: - e ainda recordo o meu deslumbramento quando descobri esta imensa novidade - a Bíblia.”

Eça de Queirós, José Maria de (1845-1900 - grande contista e romancista português)

 

“A Bíblia contém a mente de Deus, a condição do homem, o caminho da Salvação, a condenação dos pecadores, e a felicidade dos crentes. Suas doutrinas são santas, seus preceitos são justos, suas Histórias verdadeiras e suas decisões imutáveis. Leia a Bíblia para ser um sábio, creia nela para estar seguro e pratique-a para ser santo. Ela contém luz para dirigi-lo, alimento para sustê-lo, e consolo para animá-lo.”

Padre António Vieira (1606-1697 - nasceu em Lisboa. Um dos maiores prosadores da língua portuguesa; é considerado um autor barroco. Orador sacro)
 

            Os milagres são possíveis?

 

PAUL LITTLE: "A grande questão não está nos milagres ou na profecia, mas no conceito que se tem de Deus. Uma vez que aceitemos a existência de Deus, não haverá qualquer problema com os milagres, porque Deus é, por definição, Todo-Poderoso."

PAUL LITTLE: "As leis não causam nada no senso em que Deus causa coisas. Elas limitam-se a descrever o que acontece."

PAUL LITTLE: "Os milagres não estão em conflito com a lei natural. Milagres são acontecimentos invulgares provocados por Deus. As leis da natureza são generalizações acerca de acontecimentos normais causados por Ele."

PAUL LITTLE: "Há pensadores cristãos que vêem os milagres como um acto de criação - um acto soberano e transcendente do poder sobrenatural de Deus. Parece que este é o ponto de vista mais apropriado."

PAUL LITTLE: "Sempre tiveram como objectivo confirmar a fé pela autenticação da mensagem e do mensageiro, ou demonstrar o amor de Deus, aliviando o sofrimento. Nunca eram realizados como distracção, como um mágico quem prepara o espectáculo para os seus protectores."

Ramm: Se os milagres são passíveis de percepção sensorial, podem tornar-se matéria de testemunho. Se são correctamente testificados, então o testemunho registado tem a mesma validade para a evidência como a experiência de contemplar o acontecimento."

CS Lewis: "A essência do hinduísmo permaneceria, penso eu, sem problema, se lhe tirássemos o miraculoso, e o mesmo se pode dizer em relação ao Maometismo. Mas não se pode fazer isso com o Cristianismo. Ele é precisamente a história dum grande Milagre. Um Cristianismo naturalista deixa de fora tudo aquilo que é especificamente cristão."

PAUL LITTLE: "A ciência pode dizer apenas que os milagres não ocorrem no curso ordinário da natureza. A ciência não pode proibir os milagres, porque as leis naturais não causam e, portanto, não podem proibir nada. São simplesmente descrições do que acontece."

PAUL LITTLE: "O cientista, como qualquer outra pessoa, só pode perguntar: “As narrativas dos milagres são historicamente fidedignas?".

PAUL LITTLE: "Os milagres na Bíblia são uma parte inerente da comunicação de Deus com todos nós."

 

JESUS CRISTO E A QUESTÃO DO SOFRIMENTO

Génesis 2:16,17

 

Génesis 50:20

 

Isaías 53:5

 

Mateus 5:10-12

 

João 9:2,3

 

Apocalipse 21:4

 

BERTRAND RUSSELL: "Perante o facto do mal, ou Deus não existe ou desinteressa-se do homem, o que redunda na mesma coisa: o homem terá de resolver a sós os seus problemas."

O sofrimento não põe em causa a existência de Deus, apenas mostra que algo vai mal no ser humano e desperta o homem para procurar a resposta: a Bíblia fornece uma resposta totalmente satisfatória quando comparada com todas as restantes propostas.

Fora do cristianismo não existe esperança para uma humanidade que sofre. No Cristianismo existe uma esperança que não passa pelo que o homem pode fazer em relação a si mesmo, até porque o evangelho declara que em última instância o homem nada pode fazer para alterar a sua situação... ele é impotente. Esta não é uma declaração pessimista porque do outro lado o próprio Deus aparece a resolver aquilo que o homem provocou.

A resposta também não passa pelo purgatório, pelo carma, por reincarnações sucessivas em que o homem sofre as consequências das suas acções até atingir um estado superior de perfeição.

A resposta do evangelho é muito diferente e muito mais sublime - Jesus substituiu o homem na cruz, sofrendo Ele mesmo a pena do pecado, para que o homem possa ser introduzido na presença divina por toda a eternidade.

Para o cristão o tempo é apenas um vestíbulo para a eternidade. O tempo é a oportunidade da grande escolha: a vida eterna pelo perdão que há em Jesus.

 

 

              O sofrimento como a morte é um sinal de alarme. A dor é o sintoma que nos alerta para aquilo que está a destruir a nossa vida.

                Alguma coisa vai (está) mal na humanidade e no mundo.

                Deus não criou o homem para o sofrimento - o sofrimento não existia no jardim do Éden!

                A atitude de desobediência de Eva e de Adão afectaram a humanidade inteira e a própria natureza.

                Deus tratou pessoalmente da questão do sofrimento na sua raiz - o pecado! (Deus sabe na pele o que é o sofrimento mais do que ninguém - diante da cruz ninguém pode acusar a Deus de insensibilidade)

              O sofrimento individual não é ocasionado por um pecado específico da pessoa embora seja o resultado do pecado em termos gerais.

                Uma vida disciplinada segundo os padrões do Criador reduzem o sofrimento muitíssimo.

                O sofrimento não vai durar para sempre. Deus vai pôr um ponto final no assunto.

                O cristão como filho de Deus ainda está sujeito a ele: por causa do evangelho e da sua proclamação, por causa da sua identificação com Cristo e o consequente conflito com o sistema do deus deste século.

                Jesus levou sobre si as enfermidades da humanidade e pelas suas pisaduras fomos sarados. A vida saudável é prometida

 ao filho de Deus. Quando é atacado pela enfermidade pode resistir com fé e atacar com a palavra. Receber cura em fé, pelos dons de curar (unção específica através de uma outra pessoa ou directamente) e pela misericórdia de Deus. Pela fé receberá no nível em que se encontra - existem castas que só através de oração e jejum.

                Fazer diferença entre enfermidade e deficiência, entre cura e milagre (intervenção criativa de Deus).

                Os cataclismos atingem cristãos e não cristãos da mesma forma.

               Através de terceiros individuais ou do sistema que pode atingir a dimensão planetária como na segunda guerra mundial em que os cristãos também se vêm atingidos.

                Os danos do sofrimento têm também muito que ver com a atitude de maturidade perante a sua causa, bem como a esperança da ressurreição dos mortos e dos novos céus e da nova terra que aguardamos em que habitará a justiça (uma grande diferença para com o ateísmo, agnosticismo ou qualquer forma de religião). Seja na perseguição, doença, deficiência, cataclismo, guerra, fome, etc.

                A solução de Deus para o sofrimento envolve o reconhecimento da sua causa - separação de Deus e uma atitude para com ela: arrependimento, voltar-se para Deus, sujeitar-se a ele através do perdão que Jesus veio possibilitar.

                O pecado é uma monstruosidade e pensar que Deus tem ou devia passar por cima dele, é a sua maior monstruosidade porque reabriria a mesma situação. A única solução é Jesus que morreu e ressuscitou por causa do nosso pecado para nosso perdão e restauração total agora e no futuro aquando da nossa ressurreição e dos novos céus e da nova terra (pecado sem sofrimento é loucura - paraíso sem Deus é absurdo - Deus não pode desculpar o pecado).

 

 

 

John Stott: O facto do sofrimento indubitavelmente tem sido o maior desafio à fé cristã em todas as gerações.

Os espíritos sensíveis perguntam se o sofrimento pode, de algum modo, reconciliar-se com a justiça e o amor de Deus. É o antigo enigma de que Deus ou não é bom ou não é todo-poderoso. Ou ele deseja dar fim ao sofrimento mas não pode fazê-lo, ou ele poderia mas não quer.

É preciso dizer imediatamente que a Bíblia não supre solução completa ao problema do mal, quer seja mal "natural", quer "moral", isto é, quer na forma de sofrimento quer de pecado. Consequentemente, embora faça referência ao pecado e ao sofrimento praticamente em todas as suas páginas, seu interesse não é explicar a origem destes, mas ajudar-nos a vencê-los.

O sofrimento é uma intromissão alheia ao bom mundo de Deus, e não terá parte em seu novo universo. É uma investida violenta e destrutiva de Satanás contra o Criador.

Ás vezes o sofrimento vem por causa do pecado de outros, como acontece quando as crianças sofrem nas mãos de pais desamorosos ou irresponsáveis, os pobres e os famintos sofrem pela injustiça económica, os refugiados sofrem por causa das crueldades da guerra, e os que morrem nas estradas por causa de motoristas embriagados.

Outras vezes o sofrimento pode ser a consequência de nosso próprio pecado (o uso indevido de nossa liberdade) e até mesmo sua penalidade.

Devemos repudiar firmemente a horrível doutrina hindu do carma, que atribui todo sofrimento a acções erradas nesta ou numa existência anterior, e a doutrina dos assim chamados consoladores de Jó, quase tão horrível quanto aquela. Apresentaram sua ortodoxia convencional de que todo o sofrimento pessoal é devido ao pecado pessoal, e um dos principais propósitos do livro de Jó é contradizer essa noção popular mas errónea.

Terceiro, o sofrimento é devido à nossa sensibilidade humana à dor.

Mas os sensores da dor do sistema nervoso central emitem valiosos sinais de aviso, necessários à sobrevivência pessoal e social.

"Graças a Deus por inventar a dor!", escreveu Philip Yancey. "Não acho que ele poderia ter feito um trabalho melhor. É linda."

Quarto, o sofrimento é devido ao tipo de ambiente em que Deus nos colocou. Embora a maior parte do sofrimento humano seja causada pelo pecado humano (C. S. Lewis calculou que chega a quatro quintos, e Hug Silvester dezanove vinte avos, isto é, 95%), os desastres naturais como inundações, tufões, terramotos e secas não o são. É verdade que se pode argumentar que Deus não pretendia que as "áreas inóspitas" da Terra fossem habitadas, muito menos ampliadas pela irresponsabilidade ecológica.

Sempre tem havido aqueles que insistem em que o sofrimento é sem sentido, e que não podemos detectar absolutamente nenhum propósito nele.

Estóicos (que ensinavam a necessidade de submissão corajosa às leis inexoráveis da natureza)

Epicureus (que ensinavam que o melhor escape do mundo imprevisível era a indulgência no prazer).

Existencialistas seculares acreditam que tudo, inclusive a vida, o sofrimento e a morte, é sem sentido e, portanto, absurdo.

Mas os cristãos não podem seguir por esse beco sem saída. Pois Jesus mencionou o sofrimento como sendo tanto para a "glória de Deus", para que o Filho fosse glorificado através dele, como "para que se manifestem nele as obras de Deus". Essa afirmação de alguma maneira (ainda a ser explorada) parece significar que Deus está operando a revelação da sua glória no sofrimento e através dele, como fez (embora de modo diferente) por meio do de Cristo.

 

 

Josh McDowell: Um dos problemas que frequentemente enfrentamos refere-se ao problema do mal. Por que existe o mal se há um Deus? Por que Ele não faz nada com relação a isso? Muitos acham que a existência do mal nega a existência de Deus.

Muitas vezes o problema do mal é colocado para o cristão de maneira complexa. "Se Deus é bom, então Ele não deve ser suficientemente poderoso para lidar com todo o mal e injustiça no mundo, visto que eles continuam. Se Ele é suficientemente poderoso para deter as coisas erradas, então Ele deve ser um Deus mau pois Ele não está fazendo nada com relação a isso, mesmo sendo capaz. Então quem é Ele? Ele é um Deus mau ou um Deus que não é todo-poderoso?" Os escritores bíblicos se lastimam sobre o castigo e o mal. "Não têm conta os males que me cercam" (Salmo 40:12). "Por que dura a minha dor continuamente, a minha ferida me dói, e não admite cura?" (Jeremias 15:18). "Toda a criação a um só tempo geme e suporta angústias até agora" (Rom 8:22). Assim admitimos prontamente que o mal é um problema e também admitimos que se Deus criou o mundo do jeito que ele é hoje, Ele não é um Deus de amor, mas, ao contrário, um deus mau.

Todavia, as Escrituras deixam claro que Deus não criou o mundo no estado em que se encontra agora, mas o mal veio como resultado do egoísmo do homem. A Bíblia diz que Deus é um Deus de amor e Ele desejou criar uma pessoa e consequentemente uma raça que O amasse. Mas o amor genuíno não pode existir, a menos que dado livremente através da livre escolha e vontade, e assim foi dada ao homem a escolha de aceitar ou rejeitar o amor de Deus. Esta escolha criou a possibilidade do mal tornar-se muito real. Quando Adão e Eva desobedeceram a Deus, eles não escolheram algo que Deus criou, mas por sua escolha, eles trouxeram o mal para dentro do mundo. Deus nem é mau nem criou o mal. O homem trouxe o mal para si por escolher egoisticamente seu próprio caminho à parte do de Deus.

Por causa da queda, o mundo agora é anormal. As coisas não estão no estado em que deveriam estar. O homem, como resultado da queda, tem estado separado de Deus. A natureza não é sempre gentil com o homem e o mundo animal pode também ser seu inimigo. Há conflitos entre os homens. Nenhuma destas condições era verdadeira antes da queda. Em qualquer solução que pode ser dada aos problemas que a humanidade enfrenta, precisa ser levado em consideração que o mundo como está não é normal.

Embora o mal esteja aqui e seja real, ele é também temporário. O mal será finalmente destruído. Esta é a esperança que o crente tem. Há um novo mundo por vir, no qual não haverá mais choro ou dor porque todas as coisas serão feitas novas (Apocalipse 21:5). O paraíso perdido será recuperado. Deus consertará todo erro e afastará o mal de uma vez por todas, a Seu tempo.

Os cristãos têm uma justificativa para lutar contra o mal, a imoralidade e a corrupção. O mundo não foi projectado tendo em mente o mal e o crente tem uma base real para lutar contra os males sociais. Ele não segue a crença de que tudo o que é, é certo. O cristão não perdoa o que é errado dizendo que isto é o mundo de Deus, nem afirma que tudo que acontece é aprovado por Deus. Deus não deseja o mal e sempre o perdoa. Ele odeia o mal, e também o cristão não deve somente desprezar o mal, mas ele é obrigado a fazer algo com relação a ele. Apesar de o pecado ser real, ele não é aceite pelo crente como algo simplesmente normal. Identificando-se com Jesus, o crente tem a obrigação de chamar as coisas erradas quando são e de protestar quando o mal sobrepuja o bem. O cristão não está lutando contra Deus, ao combater problemas sociais. Catástrofes naturais, crimes e desequilíbrio mental não devem ser ordem aceitável das coisas, porque isso nunca foi planeado por Deus e não fará parte do Seu futuro reino.

Contudo, algumas pessoas ficam aborrecidas por que Deus permite o mal até mesmo em primeiro lugar. Elas questionam a Sua sabedoria  em dar ao homem uma escolha neste assunto. Dorothy Sayers coloca o problema do mal numa perspectiva adequada: "Por qualquer razão, Deus escolheu fazer o homem como ele é - limitado, sofredor e sujeito a tristezas e morte. Ele teve a honestidade e a coragem de "tomar o seu próprio medicamento". Seja qual for o jogo que Ele está jogando com a Sua criação, Ele tem mantido suas próprias regras e joga limpo Ele não pode exigir do homem o que Ele não exigiu dEle mesmo. Ele atravessou toda a experiência humana, desde as triviais contendas familiares às restrições constrangedoras do trabalho pesado, da falta de dinheiro aos piores horrores de dor e humilhação, derrota, desespero e morte. Enquanto homem, Ele actuou como homem. Veio ao mundo em pobreza e morreu em desgraça e, pensando bem, valeu a pena".                                                                                                                                                                                    

A Bíblia nos conta que os propósitos de Deus estão muitas vezes além da nossa compreensão. "Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o Senhor, porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos" (Isaías 55:8,9). Paulo, de forma similar, escreveu à igreja em Roma: "Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria, como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos e quão inescrutáveis  os seus caminhos!" (Romanos 11:33).

Embora a Bíblia nos informe como e porque o mal sucedeu, ela não nos conta por que Deus permitiu que acontecesse. Contudo, nós sabemos que Deus é omnisciente e infinitamente sábio e que Ele tem razões para permitir que aconteçam coisas que estão além da nossa compreensão.

 

 

 

PAUL LITTLE: "Na apresentação clássica do problema, ou Deus é todo-poderoso mas não todo-bom e, por conseguinte, não elimina o mal; ou então é todo-bom, mas incapaz de acabar com o mal. E, neste caso, não é todo-poderoso."

PAUL LITTLE: "Se Deus fosse remover o mal do universo, a Sua acção seria completa e teria de incluir as nossas mentiras e impurezas pessoais, a nossa falta de amor e as nossas falhas em praticar o bem. Suponha que Deus decretava que à meia-noite de hoje todo o mal fosse erradicado do universo - quem de nós estaria ainda aqui depois da meia-noite?"

            O homem - pessoa e não robot (livre arbítrio)

 

JB Phillips: "O mal é inerente ao arriscado dom do livre arbítrio. Deus podia ter-nos feito máquinas, mas para isso ter-nos-ia privado da nossa preciosa liberdade de escolha e deixaríamos  de ser humanos. O exercício da livre escolha na direcção do mal, no que nós denominamos por “queda” do homem é a razão básica do mal e sofrimento no mundo. É responsabilidade do homem, não de Deus. Ele podia acabar com o mal, mas se o fizesse destruir-nos-ia a todos. Vale a pena notar “que o ponto fulcral do verdadeiro Cristianismo não está em interferir com a capacidade humana de escolher, mas em produzir uma disposição voluntária para escolher o bem em vez do mal."

            Pecado original - causa remota e próxima

 

PAUL LITTLE: "Muito do sofrimento que existe neste mundo pode ser traçado directamente a partir das más escolhas que os homens e mulheres fazem."

            O inimigo

 

PAUL LITTLE: "Deus tem um inimigo implacável em Satanás."

            Jesus - o substituto

 

PAUL LITTLE: "O próprio Deus é o grande sofredor e solucionou perfeitamente o problema do mal na dádiva do Seu próprio Filho."

            "O Longo Silêncio":

 

No fim dos tempos, bilhões de pessoas estavam espalhadas numa grande planície perante o trono de Deus.

A maioria fugia da luz brilhante que se lhes apresentava pela frente. Mas alguns falavam animadamente - não com vergonha abjecta, mas com beligerância.

"Pode Deus julgar-nos? Como pode ele saber acerca do sofrimento?" perguntou uma impertinente jovem de cabelos negros. Ela rasgou a manga da blusa e mostrou um número que lhe fora tatuado num acampamento de concentração nazista. "Nós suportamos terror... espancamentos... tortura... morte!"

Em outro grupo um rapaz negro abaixou o colarinho. "E que dizer disto?" exigiu ele, mostrando uma horrível queimadura de corda. "Linchado... pelo único crime de ser preto!"

Em outra multidão, uma colegial grávida, de olhos malcriados. "Por que devo sofrer?", murmurou ela. "Não foi culpa minha."

Por toda a planície havia centenas de grupos como esses. Cada um deles tinha uma reclamação contra Deus por causa do mal e do sofrimento que ele havia permitido no seu mundo. Quão feliz era Deus por viver no céu onde tudo era doçura e luz, onde não havia choro nem medo, nem fome nem ódio. O que sabia Deus acerca de tudo o que o homem fora forçado a suportar neste mundo? Pois Deus leva uma vida muito protegida, diziam.

De modo que cada um desses grupos enviou o seu líder, escolhido por Ter sido o que mais sofreu. Um judeu, um negro, uma pessoa de Hiroshima, uma artrítico horrivelmente deformado, uma criança talidomídica. No centro da planície tomaram conselho uns com os outros. Finalmente estavam prontos para apresentar o seu caso.

Antes que pudesse qualificar-se para ser juiz deles, Deus deve suportar o que suportaram. A decisão deles foi que Deus devia ser sentenciado a viver na terra - como homem!

"Que ele nasça judeu. Que há já dúvida acerca da legitimidade do seu nascimento. Dê-se-lhe um trabalho tão difícil que, ao tentar realizá-lo, até mesmo a sua família pensará que ele está louco. Que ele seja traído por seus amigos mais íntimos. Que ele enfrente acusações falsas, seja julgado por um júri preconceituoso,  e condenado por um juiz covarde. Que ele seja torturado.

"Finalmente, que ele conheça o terrível sentimento de estar sozinho. Então que ele morra. Que ele morra de tal forma que não haja dúvida de que morreu. Que haja uma grande multidão de testemunhas que o comprove."

E quando o último acabou de pronunciar a sentença, houve um longo silêncio. Ninguém proferiu palavras. Ninguém se moveu. Pois, de súbito, todos sabiam que Deus já havia cumprido a sua sentença." "A Cruz de Cristo; John Stott; editora Vida; pág. 310,311).

 

 

BOSSUET: "À luz do mistério da cruz tudo se ilumina, embora o mistério continue: 'não compreendo, mas adoro'".

"O grande e único remédio contra o mal é curar o coração do homem."

"O problema do mal, parecendo um argumento desesperado contra a existência de Deus, acaba por constituir paradoxalmente mais uma prova da Sua existência, pela necessidade absoluta que traz dum Libertador."

"Deus não cruzou os braços. Lutou e luta contra a morte  ponto de morrer para que vivêssemos."

 

CRISTIANISMO E RELIGIÕES

 

PAUL LITTLE: "Evangelização é simplesmente um pedinte a dizer a outro pedinte onde pode encontrar alimento."

PAUL LITTLE: "Crer sinceramente em alguma coisa não a torna automaticamente verdadeira."

PAUL LITTLE: "A fé não vale mais do que o objecto em que está colocada, por mais sincera ou intensa que seja."

PAUL LITTLE: "Se tudo o que Cristo fez foi dar-nos o Sermão da Montanha e a regra de ouro, então só veio aumentar a nossa frustração. O problema do homem nunca esteve em não saber o que devia fazer. Tem estado antes na sua falta de poder para fazer o que sabe que deve fazer."

PAUL LITTLE: "Os outros sistemas religiosos são um tipo de manual de natação para alguém que se está a afogar. O Cristianismo é um salva-vidas."

PAUL LITTLE: "As outras religiões são, faz; o Cristianismo é feito."

PAUL LITTLE: "O termo Deus não tem qualquer significado fora da definição que lhe é dada."

PAUL LITTLE: "Não interessa realmente o que a pessoa pensa de Maomé, Buda ou Confúcio como indivíduos. Os seus seguidores enfatizam os ensinos desses homens. Com Cristo, o caso é diferente. Ele fez de si próprio o ponto fulcral do Seu ensino. A questão central que punha aos seus ouvintes era: “Quem dizeis vós que eu sou?” Quando Lhe perguntaram o que implicava fazer as obras de Deus, Jesus respondeu: “A obra de Deus é esta, que creiais naquele que ele enviou” (João 6:69")

PAUL LITTLE: "Não é verdade que “não importa o que crês, contanto que creias”."

 

A EXPERIÊNCIA CRISTÃ

            Psicológica ou mais do que isso

 

PAUL LITTLE: "Descrever alguma coisa não é o mesmo que explicá-la. É verdade que a experiência cristã pode ser descrita psicologicamente, mas isso não explica porque é que ela acontece, nem nega a sua realidade."

PAUL LITTLE: "O falecido Harry Ironside estava a pregar um dia, quando alguém exclamou: “O ateísmo tem feito mais pelo mundo do que o Cristianismo!” “Muito bem”, disse Ironside, “amanhã à noite traga cem homens cujas vidas tenham sido transformadas para melhor pelo ateísmo, eu trarei cem que tenham sido transformadas por Cristo.” Desnecessário é dizer que aquele amigo não apareceu na noite seguinte."

PAUL LITTLE: "O facto de a experiência cristã sólida ser igualmente saúde mental sólida é uma vantagem e não prejuízo e constitui uma evidência da validade do evangelho."

PAUL LITTLE: "O Cristianismo não é vestir um fato novo ao homem, mas pôr um homem novo dentro do fato."

Richard Hooker: "deixai que isso seja considerado loucura, agitação, fúria, ou seja lá o que for. É nossa sabedoria e conforto; não nos preocuparmos por nenhum acontecimento deste mundo senão este - que o homem pecou e que Deus sofreu; que Deus se fez a si mesmo o pecado dos homens e que os homens são feitos justiça de Deus."

Stott: "A mensagem da cruz permanece - tanto em nossos dias como o foi nos dias de Paulo - uma pedra de tropeço para alguns e loucura para outros; entretanto, trouxe paz à consciência de milhares."

Séneca: "É de alma que deves mudar, não de clima."

 

“Se abandonarmos a solução cristã – o retorno ao absoluto e universal, que é possível porque Deus falou claramente ao homem – há 3 (e somente 3) alternativas possíveis:

-          o hedonismo – cada indivíduo faz exactamente o que quer fazer.

-          A ditadura dos 51%.

-          Uma elite ou um ditador. (Francis Schaaeffer)

Culpa / Perdão (contra-senso para o homem moderno)

            Eternidade

“Que é a verdade?” (Pilatos)

PASCAL: "Cheguemos a um acordo: eu não posso provar num laboratório a existência de Deus. Mas também você não pode provar o contrário. Iremos tomar uma outra atitude de acordo com as evidências. Vejamos as possibilidades: ‘Deus existe’ ou ‘Deus não existe’. Dar-lhe-ei a oportunidade de ter cinquenta por cento das possibilidades de ter razão e você dá-me cinquenta por cento de razão. Qual nos oferece maiores garantias de acertar? Depois de uma vida, mais ou menos prolongada, ambos morremos e somos enterrados no mesmo cemitério. Suponhamos que, então, se descobre que Deus é real. Eu ganho e você, que rejeitou a Deus, perde tudo; nada menos do que uma eternidade feliz. Suponhamos agora, que Deus não existe. Você ganha, mas não lhe serve de nada porque o que nos espera é o nada. Com esta opção você perde tudo e eu não perco nada porque permanecerei eternamente no nada.”

"A vida vale uma eternidade. É séria e maravilhosa. Em vez de temer a morte, temamos uma vida medíocre e materialista. (...) encarar a morte como uma apelo à vida. (...) A vida eterna começa já nesta terra, embora em botão, para desabrochar em plenitude no céu. N'Ele nunca morremos. Viveremos para sempre."

"A vida depende da morte e a morte da vida. A morte é a suprema e última lição sobre a vida. (...) a morte é a grande lição da vida. Tal vida, tal morte. A árvore cai para o lado onde está inclinada. 'O que custa é viver, não é morrer." (GUERRA JUNQUEIRO). (...) Tenhamos as malas sempre preapradas..."

 

TESTEMUNHO - RAZÃO / UNÇÃO / VIVÊNCIA

            Nicodemos e a mulher samaritana

e diziam à mulher: Já agora não é pelo que disseste que nós cremos; mas porque nós mesmos temos ouvido e sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo. João 4:42

 

mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra. Actos 1:8